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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
sábado, 9 de janeiro de 2016
BLADE RUNNER - (2019)
O Futuro mostrado em Blade Runner ainda não chegou aos dias de hoje, mas ontem dia 8 de Janeiro de 2016 foi a data de inicialização do mais importante dos andróides conhecidos como replicantes no filme de Ridley Scott.
Blade Runner, o clássico da ficção cientifica de 1982 foi ambientado numa futurista, decadente e poluída Los Angels em 2019, resultado do consumismo exacerbado e da globalização e consequentemente com resultados catastróficos e sombrios.
Além de ser um dos melhores filmes já feitos, Blade Runner continua acertando nas previsões com relação ao futuro cada vez mais noir da sociedade humana. Neste futuro quase visionário, embora agora esteja apenas começando, em face do colapso da civilização humana em meio de uma profusão de culturas, credos e costumes, as pessoas começam a procurar novas formas de colonização, animais extintos são clonados e os humanos são replicados tendo como resultado seres quase perfeitos, somente desprovidos de emoções.
Estes seres similares ao Homem, elaborados através de engenheiros genéticos terceirizados (outro exemplo da visão profética do diretor), chamados replicantes, são criados e usados nas mais nocivas atividades, na Terra e, principalmente fora dela. Após um motim, os replicantes são banidos na Terra, passando a ser usados para trabalhos perigosos, servis e de prazer nas colônias extraterrenas.
Um grupo de replicantes perigosos liderados por Roy Batty, interpretado magistralmente por Rutger Hauer, desafia esse banimento e retorna para a Terra se escondendo em Los Angels. Roy, mais inteligente que a média dos humanos, teve escolhido 8 de Janeiro de 2016 como data em que foi criado. Já a loura Pris, personagem de Daryl Hannah, foi criada em 14 de Fevereiro.
Em 2016 os replicantes ainda não foram criados, mas estão em fase inicial. Os embriões "in vitro", as experiências genéticas com vegetais são só o inicio. Sobre o colapso da sociedade, na era atual já podemos antever o aumento da mistura de culturas e credos na onda de refugiados muçulmanos para a Europa, e o aquecimento da terra causado pela expansão industrial sem controle.
Um dos mistérios do filme, que ficou um longo tempo sem resposta, era qual dos personagens principais era também replicante, como o próprio Blade Runner, Deckard, ou Raquel (Sean Young).Somente na segunda versão, caso o espectador assista atentamente, novos elementos deram algumas pistas mais conclusivas .
Mesmo assim, alguma vezes, observando como agem certas pessoas, fico me perguntando se não haveriam alguns replicantes espalhados por ai.
talvez aquele seu vizinho...
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
BLÁ, BLÁ, BLÁ.

Crise na saúde e aumento de tarifas dos transportes no Rio são apenas dois fatos corriqueiros que me fizeram voltar à pensar no modelo politico brasileiro atual.
Independente da crise econômica brasileira da vez, estes setores sempre foram contestados no seu funcionamento, sendo o aumento de 20 centavos dos ônibus em 2013 o motivo inicial para as maiores manifestações expontâneas nas ruas do país, e o atendimento médico nos hospitais públicos enfrentam problemas desde que Cabral, o descobridor, chegou às costas brasileiras e praticamente se extinguiu depois que Cabral, o governador, foi eleito.
O brasileiro médio geralmente sente os problemas, mas não se manifesta a não ser quando morre um parente por falta de atendimento médico ou prefere reclamar com o motorista/cobrador quando deveria protestar contra os governadores e prefeitos que não cumprem suas funções previstas na constituição.
Na verdade parece, a maioria se acostumou a ser engabelada pelos discursos destes senhores que ocupam funções executivas. Nos finais de ano milhões comparecem às festas patrocinadas com o dinheiro público para comemorar os desmandos com o dinheiro que eles mesmo pagam para serem usados na saúde e transportes, para falar só dos dois casos, mas não comparecem à uma manifestação para exigir melhorias, como ar-condicionado nos ônibus que fervem sob uma temperatura de 45°.
Independentemente do conformismo da maioria do povo, principalmente os que mais precisam dos serviços, eu desconfio cada vez mais deste tipo de democracia à qual estamos submetidos há décadas.
Embora os filiados deste modelo de governo adorem falar que "as instituições estão funcionando", isto não quer dizer que estejam funcionando à favor da população. Elegemos indivíduos que fazem o que querem no cargo, sem se importar com o que a comunidade ou a população quer, não se preocupam com a gestão dos serviços essenciais e quando aparece o rombo por gastarem demais com seus interesses, ou com obras sem interesse, shazam! aumentam ainda mais as tarifas já exorbitantes para serviços precários para que os otários paguem.
Não vou dizer que está na hora de cobrar dos governos, em todas as esferas, a melhoria de suas gestões por que a hora já passou. Este não é o modelo ideal que o povo brasileiro precisa, isto já está comprovado. Seria preciso criar o impeachmeant para governadores e prefeitos, para que eles parassem de desviar o dinheiro públicos. Se há ainda alguma chance de mudança para que as instituições funcionem voltadas para o bem público será preciso que todos que se preocupam com o país do futuro enfim saiam às ruas para protestar e colocar os que são eleitos no seu verdadeiro lugar.
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
BEST RECORDS 2015
Quando não há nenhum lançamento de impacto mundial como em 2015 as listas dos melhores discos são variadas, e depois da era do rádio, variadíssimas. Muitos dos melhores nem são conhecidos por estas bandas. A minha (curta) lista inclui quatro discos que gostei de ouvir e que tiveram um certo reconhecimento nos EUA e Europa. Em quatro estilos: Hip Hop, Pop Rock, Rock e Pop.Não por acaso, os quatro tem influências dos anos 80 e 90.
Tame Impala - Currents “Considerada por muitos como um dos nomes mais relevantes da nova safra de bandas pós anos 2000, o grupo se destacou por ser um dos pioneiros e responsáveis pelo revival psicodélico do começo da década. O novo disco, não deixa de lado o trabalho minucioso nas texturas e percussões setentistas, mas é também repleto de novas referências, como a música pop dos anos 80 com recursos da música eletrônica contemporânea. Prá quem tem saudade de sons do passado...
SuperHeaven - Ours Is Chrome O nome do disco se refere às pessoas que não estão familiarizadas com a música underground e que só ouvem rádio. As pessoas acham que se você está numa turnê pela europa você é rico e famoso e tem uma vida excitante. ”É como algo cromado, brilhante do lado de fora, mas quando você quebra não é o que parece”.
Adele - 25 Intitulado como um reflexo da vida e do espírito da artista aos 25 anos de idade, 25 foi o disco mais esperado de 2015. Ao contrário do trabalho anterior, 25 incorpora elementos eletrônicos e padrões de criação rítmica, apresentando elementos do R&B dos anos 80. Neste terceiro disco Adele parece refletir mais sobre o passado, fala de nostalgia e melancolia sobre a passagem do tempo, maternidade e arrependimento.
PS: É um bom disco , mas é difícil superar aquele, o primeiro.
O segundo disco da banda está indicado ao Grammy como melhor álbum alternativo e deve levar o prêmio. Depois do retrõ "Boys & Girls" o novo "Sound & Color" continua a alegrar a galera antenada nas referências dos 60's & 70's
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
CHICO BUARQUE: A RESSURREIÇÃO
Eu não queria falar de Chico Buarque, mas a tropa de choque esquerdista de alienados com ideias há muito ultrapassadas me deixaram cheio de "ódio", e resolvi externar meu lado "fascista" só para contrariá-los. Lembro de Chico Buarque desde a minha infância, quando achava que "A banda" era uma música muito infantil e por isto não gostava dela. Mas lembro também que no meu livro de português da quarta série tinha a linda música "Caroline' e que uma vez a classe inteira cantou.
Chico tem todo o direito de ter suas próprias convicções políticas e desde os anos 70 sempre se mostrou um defensor da esquerda socialista, comunista ou o que quer que seja ainda isto. E tem também todo o direito de passar o resto da sua vida em Paris, não é esta a questão.
Por azar, não tanto seu, mas do Brasil, o estrago feito por um governo que resolveu implantar o caos no país com um programa que parece seguir as leis de Lênin, e que é defendido por Chico, o colocou na mira dos que querem deletar o PT do mapa.
Chico Buarque sempre foi incensado pelos militantes da esquerda que finalmente tomou conta do poder há treze anos, como uma figura representativa da ideologia que pretendia ser massificante. Sempre foi apresentado para as novas gerações como alguém que enfrentou e lutou contra a Ditadura, uma tremenda baboseira. Algumas de suas músicas, cujas letras podem ser interpretadas com se queira, são apresentadas até hoje como uma forma de combate ao regime militar. Menos, menos.
Chico Buarque teve sua fama artística reconhecida exatamente no período dos militares e não se tem noticias de que foi perseguido ou que ele pegou em armas para combater ao lado dos grupos guerrilheiros que pretendiam tomar o país.
Por influência da ressurreição de Chico após ele ser "molestado", voltei a ouvir alguns antigos sucessos do compositor, e comparando a época em que "Meu caro amigo" tocava nas rádios com a atual situação provocada pelo desgoverno defendido por Chico, cheguei a conclusão de que a coisa agora está realmente preta.
Eu considero que Chico é um dos maiores compositores da MPB, mas como figura pública tem que aguentar o peso das suas escolhas, ainda mais quando é beneficiado pelo governo com verbas... públicas. Os que defendem um plano maléfico para o Brasil como o que pretende, ou pretendia, o nefasto Partido dos Trabalhadores não vão passar desapercebidos. Mesmo que seja o Chico Buarque de Holanda.
sábado, 19 de dezembro de 2015
O QUE NÃO PODE SER
Que não é o que não pode ser que
Não é o que não pode
Ser que não é
O que não pode ser que não
É o que não
Pode ser
Que não
É
(O Que - Titãs)
(O Que - Titãs)
Não é para os fracos assistir uma sessão do STF, ainda mais quando o relator é praticamente um debutante na casa e que prepara o seu voto ad cautelam. Mas a intenção era boa e ví longos trechos da sessão do segundo dia onde a Suprema Corte pavimentou o rito a ser seguido para evitar, A contratio sensu do que queria a maioria do povo brasileiro, o impeachmeant já quase sem volta da Presidente.
É claro que não entendo nada do universo jurídico como a maioria das pessoas, principalmente da interpretação de leis, que prá mim deveriam ser claras, como diz o Arnaldo (Cesar Coelho), mas parece que o buraco é mais embaixo, ad nauseam.
Vendo a sessão percebi que estava errado ao achar que a confusão na câmara dos deputados por não chegarem a um consenso sobre questões tão preliminares, como a formação da comissão, era uma amostra de incapacidade dos parlamentares.
Data vênia, o STF já ter passado por um rito de Impeachmeant do ex-presidente Fernando Collor, parece que nada foi aprendido ou, pior, parece que o STF quis entrar no jogo politico para defender interesses do moribundo executivo. O que foi feito antes, foi feito de maneira errada? senão porque não seguir o mesmo roteiro?
Não vou aqui julgar o STF, apenas fazer umas considerações sobre as dúvidas que ficaram na minha cabeça após horas ouvindo os votos dos eminentes colegiados. Devo dizer que, para meu espanto, os votos de Fachin e Toffoli foram contra as pretensões do governo, mas começaram a acender uma luz sobre o que no final me pareceu um plano genialmente engendrado. Todos sabem que Fachin, Toffoli, Roberto Barroso e Lewandowiski são petistas sem carteirinha. além do Gilmar Mendes, os outros parecem imparciais com relação ao governo. Mas Ad processum, Gilmar, Fachin e Toffoli foram os que me pareceram mais coerentes com o que eu entendi das regras da constituição e
(lembro aqui que uma rápida leitura de alguns parágrafos da constituição ou de um regimento, parece à principio muito claro, até algum eminente lembrar de outra lei que mistura tudo e volta tudo a estaca zero.)
Para começar não entendí porque não foi aceita a tese de aceitação de candidatura avulsa na comissão. O STF decidiu que a comissão só pode ser formada, seguindo a proporcionalidade dos partidos, com membros indicados por seus líderes, o que tornou sem efeito a comissão a comissão do impeachment criada na Câmara.
Roberto Barroso, um hábil misturador de parágrafos e itens, além de defensor do governo, convenceu os mais indecisos e emplacou a sua tese, mas a pergunta que fica é: onde fica a votação, que foi o motivo do imbróglio ir parar no colo dos nobres colegiados? a dúvida era se a votação era aberta ou secreta, será que esqueceram? Se os membros são indicados, como haverá votação? No caso, agora não importa muito se a votação é secreta ou aberta.
Outra escorregadela prá mim muito clara se refere a decisão, por maioria, com divergência aberta pelo (petista sem carteirinha) Roberto Barroso, que decidiu que a Câmara faz apenas o juízo de admissibilidade do impeachment e que isso não obriga o Senado a abrir o processo.
Sobre isto, vamos ler o parágrafo da Constituição no Artigo 86:
Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.Eu entendi “será”, não “pode ser.” mas parece que não é o que não pode ser que não é.
Eu não tenho certeza, mas achei estranho e surpreendente o voto de Dias Toffoli. Veemente, chamou a atenção para o fato de que o tribunal estava entrando no regimento interno da câmara.
Outro suspeito de pender para o lado governista, Edson Fachin também surpreendeu dando um voto isento, defendendo a independência entre os Poderes. Gilmar Mendes ao ver o lado mau ganhar força, alertou que todos deveriam reconhecer que a decisão final era casuística, como foi. Ninguém parece ter ligado .
Celso de Mello, que parece não achar a lei ou o parágrafo para aferir seu voto, foi o criador da frase mais célebre da sessão ao dizer que o Senado precisaria ter o poder de barrar a instauração do processo levando-se em conta o “útil, o oportuno e o conveniente”. Ou seja, Celso defendeu o Ius abutendi, o direito de abusar.
No final, sem Communis opinio, cada um interpretou as leis à sua maneira e terminando o embate incrivelmente e convenientemente empatado. O voto de minerva do vassalo Lewandowiski ´abriu uma grande possibilidade do pedido de impeachmeant ser arquivado pelo Senado. Agora todos podem sair de férias.
Outro suspeito de pender para o lado governista, Edson Fachin também surpreendeu dando um voto isento, defendendo a independência entre os Poderes. Gilmar Mendes ao ver o lado mau ganhar força, alertou que todos deveriam reconhecer que a decisão final era casuística, como foi. Ninguém parece ter ligado .
Celso de Mello, que parece não achar a lei ou o parágrafo para aferir seu voto, foi o criador da frase mais célebre da sessão ao dizer que o Senado precisaria ter o poder de barrar a instauração do processo levando-se em conta o “útil, o oportuno e o conveniente”. Ou seja, Celso defendeu o Ius abutendi, o direito de abusar.
No final, sem Communis opinio, cada um interpretou as leis à sua maneira e terminando o embate incrivelmente e convenientemente empatado. O voto de minerva do vassalo Lewandowiski ´abriu uma grande possibilidade do pedido de impeachmeant ser arquivado pelo Senado. Agora todos podem sair de férias.
Como disse Reinaldo Azevedo no seu blog" Ministros do Supremo que ignoraram a Constituição e o Regimento Interno em seu voto ignoraram também a população. Que vai às ruas dizer o que pensa."
Eu espero que os raios caiam sobre suas cabeças e queimem suas togas.
Eu espero que os raios caiam sobre suas cabeças e queimem suas togas.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Libera aí "Creep", com Prince.
Em 2008, Prince assombrou o festival de Coachella com um cover ainda mais esmerilhante e sensual de "Creep"do Radiohead. O desempenho incongruente e incrível tornou-se quase instantaneamente uma lenda, sussurrada pelos fãs, que dizia só quem viu foram os que estavam lá para vê-lo. Ninguém mais poderia assistir a performance, nem online, pois o príncipe roxo, adverso do You tube e congêneres, e sua equipe de defensores de direitos autorais rapidamente tirou toda e qualquer traço do desempenho sempre que apareceu online.
Mas, um milagre aconteceu:
Alguém lembrou de pedir permissão ao dono da música, no caso Thom Yorke, do Radiohead.
O próprio príncipe roxo twittou um link para o New Musical Express, explicando que Thom Yorke do Radiohead havia dado permissão para o cover ser difundido online. "Bem, diga a ele para desbloqueá-lo. É a nossa canção ... ", disse Thom Yorke, de acordo com canal de Miles Hartl YouTube que postou a música.
Mas, um milagre aconteceu:
Alguém lembrou de pedir permissão ao dono da música, no caso Thom Yorke, do Radiohead.
O próprio príncipe roxo twittou um link para o New Musical Express, explicando que Thom Yorke do Radiohead havia dado permissão para o cover ser difundido online. "Bem, diga a ele para desbloqueá-lo. É a nossa canção ... ", disse Thom Yorke, de acordo com canal de Miles Hartl YouTube que postou a música.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
CINEMA: A ESCOLHA DOS CRÍTICOS
ADORO CINEMA
A National Board of Review, tradicional organização de críticos de cinema dos Estados Unidos que elege anualmente os destaques da indústria cinematográfica americana , divulgou sua lista de melhores do ano.
Mad Max: Estrada da Fúria foi eleito o filme de 2015.
A Associação de críticos centenária consagra filme de George Miller e também premia Ridley Scott, Matt Damon e Brie Larson.
Nos últimos 10 anos, todos os vencedores do prêmio de melhor filme pelo National Board of Review foram indicados ao Oscar de melhor filme, com a exceção de O Ano Mais Violento.
Completam o top 10 dos melhores filmes do ano os filmes Ponte dos Espiões, Creed: Nascido Para Lutar, Os Oito Odiados, Perdido em Marte, Divertida Mente, O Quarto de Jack, Sicario: Terra de Ninguém, Spotlight e Straight Outta Compton - A História do N.W.A..
O maior vencedor foi Perdido em Marte, premiado nas categorias melhor diretor, melhor ator e melhor roteiro adaptado.
VENCEDORES
- Melhor Filme: Mad Max: Fury Road
- Melhor Diretor: Ridley Scott por Perdido em Marte
- Melhor Ator: Matt Damon, por Perdido em Marte
- Melhor Atriz: Brie Larson , por O Quarto de Jack
- Melhor Ator Coadjuvante: Sylvester Stallone por Creed: Nascido Para Lutar
- Melhor Atriz Coadjuvante: Jennifer Jason Leigh, por Os Oito Odiados
- Melhor Roteiro: Quentin Tarantino por Os Oito Odiados
- Melhor Roteiro Adaptado:Drew Goddard, por Perdido em Marte
- Melhor Filme de Animação: Divertida Mente
- Melhor Revelação: Abraham Attah, por Beasts of no Nation;
- Melhor Diretor Estreante: Jonas Carpignano, por Mediterrânea
- Melhor Filme Estrangeiro: Son of Saul
- Melhor Documentário: Amy
- Prêmio Spotlight: Sicário: Terra de ninguém
- Prêmio Liberdade de Expressão NBR: Beasts of No Nation
- Ponte dos Espiões
- Creed: Nascido Para Lutar
- Os Oito Odiados
- Perdido em Marte
- Divertida Mente
- O Quarto de Jack
- Sicario: Terra de Ninguém
- Spotlight
- Straight Outta Compton - A História do N.W.A.
- Boa noite, Mamãe (Áustria)
- Mediterrânea (Itália, França, EUA, Alemanha, Qatar)
- Phoenix (Alemanha)
- Que horas ela volta? (Brasil)
- A Gangue (Ucrânia, Holanda)
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