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sábado, 1 de agosto de 2026

                                                    

                                                   

                                            ANTES QUE ESQUEÇAM FAUCI

Na pandemia eu era, como se costumava chamar, um negacionista. Eu o era, não o digo por orgulho, mas porque meu instinto baseado na observação me mostrava que as informações vindas das autoridades que falavam em nome da ciência, como a OMS, e que era amplamente divulgadas pelo famoso "consórcio" da imprensa estavam totalmente fora da lógica e da realidade.

Deve-se alertar que a situação no início da pandemia não era coisa fácil de lidar, principalmente para os governos, que deixaram-se guiar pelos que realmente deveriam lidar com o problema e que entendiam do assunto, os cientistas. O problema foi não discutirem os prós e os contras dando ouvidos a um personagem que se dizia "Eu sou a ciência" e que estava envolvido até o pescoço no projeto do laboratório de Wuham. 

O Diário de Fauci, que levou à sua convocação pelo congresso americano, mostrou as mentiras que se espalharam na pandemia e o jogo de interesses do"Deus sol" da ciência para se eximir da sua culpa, que foi previamente perdoada pelo governo Binden com anistia total à partir de 2014, antes que a verdade viesse à tona. 

Voltando à minhas observações, lembro que viajei para a Italia quando começava a se falar na imprensa do vírus e uma certa autoridade médica, contratada da Globo, falava que era uma "gripezinha" (termo depois atribuído ao Presidente Bolsonaro) e que o carnaval estava garantido.

Depois de cinco dias na Itália, o país estava em polvorosa, com ruídos de sirenes de ambulância, e a TV mostrando o aumento do número de mortes em progressão geométrica. Quando começaram a falar em lockdown corri para o aeroporto com medo de ficar indefinidamente preso em Roma, o que não seria de todo ruim se tivesse um patrocínio, e voltei para casa encontrando o pessoal ainda curtindo as cinzas do período momesco.

Em poucos dias porém, foi implantado o regime totalitário do uso de máscaras, distanciamento, alcool-gel e o fique em casa. Isto me pareceu estranho porque era claro, até para quem não tem conhecimento de enfermagem (como eu),  que o vírus, que se mostrava

agressivo em escala mundial, já tinha infectado a maior parte, senão toda população.

Ele que foi liberado na China, em poucos dias chegou na Europa e logo depois na Brasil, logicamente não poderia ser detido simplesmente usando máscaras ou ficando debaixo da cama.

Veio então a batalha das vacinas, e eu não me vacinei, não por ser contra vacinas mas por não querer ser cobaia de uma vacina não testada, não pesquisada e comprovada. Estudos não divulgados pela mídia do "consórcio" colocam em dúvida a efetividade da vacina e seus efeitos colaterais, e se todos já estavam contaminados não haveria necessidade de se vacinar, porque todos já teria adquirido anti-corpos.

Uma da minhas observações ocorreram em campo fértil, ao contrário das autoridades que não se mexiam além das orientações do que dizia Fauci. Morando perto de uma comunidade, ou como se chamava antes, uma favela simpática, todo dia ia eu à padaria da Dona Silvia, no meio da rua entre barracos curiosamente um oásis de liberdade no meio do totalitarismo que assolava no país. Ninguém com máscaras, sem distanciamento (como se distanciar naqueles becos estreitos?) e pessoas indo e vindo sem terem conhecimento do lockdown.

Todo dia eu fazia uma pequena pesquisa com alguns conhecidos para saber sobre o número de mortos na comunidade, que pelas previsões, em aglomerados deveria ser catastrófico. Só tive noticia da morte de uma senhora de 65 anos atribuida à Covid, mas todas as mortes no período estavam sendo atribuídas ao vírus.

Em um mês, as favelas do Rio de Janeiro desmontaram todas as orientações da OMS e do do Dr. Fauci, mas a ditadura continuou fechando milhares de pequenas lojas, escolas, enclausurando  pessoas que não tinham como se alimentar dignamente.

Ainda não foi esclarecido o motivo de tamanha agressão à humanidade e aos direitos básicos dos cidadãos, talvez alguem ou algum grupo tenha planejado a diminução da população mundial, mas se tem alguem com culpa, o primeiro a ser lembrado é este senhor que se autodenominou "Deus da ciência".



domingo, 13 de outubro de 2024

MUDA-SE

 O Brasil é um dos paraísos na Terra, naturalmente, mas é mal cuidado naturalmente. Ainda não conseguimos nos unir em prol do país. Se observarmos as nações em geral podemos ver que a maioria tem um só tipo etnico, uma religião ou duas, costumes e tradições seculares e um regime político respeitado por todos, e nem sempre visto pelos brasileiros como democrático. O Brasil é uma salada mista onde convivem vários tipos, tribos e grupos  numa boa , mas cada um com costumes e visões totalmente diferentes. Outro pais com as mesmas caracteristicas são os EUA, mas eles viram o que a mistura ia dar e resolveram a questão no início, dividindo o país em estados semi independentes, cada um com seus costumes e suas própria leis acatadas por sua população. Não dá mais para acreditar que o poder concentrado em Brasilia possa governar todos o país à partir de leis que não respeitam as diferenças entre o chimarrão e o assaí. A única solução pro nosso povo eu vou dar, mas não é aquela sugerida pelo Raul Seixas: "A solução é alugar o Brasil " (Aluga-se, 1980). Os estados deveriam se tornar independentes, cada um por sí, a população escolhendo o governador e prefeitos mas fungando no seu cangote e exigindo resultados, Brasilia deveria ficar tão somente cuidando da segurança nacional e e das relações exteriores.

Com a máquina estadual tomando conta dos seus próprios interesses, teríamos com efeito colateral (benigno) o desmonte da farra perdulária do congresso, afinal para que precisamos de 500 deputados e 80 senadores? se bem que se tornou previsivel o resultado de 500 cabeças despreparadas dirigidas por raposas da politicagem em Brasilia: não fizeram nada em beneficio do país desde a redemocratização, não atualizaram a constituição, nem se preocuparam com a previdência social. É fantástico descobrir que cada um destes representantes do povo tem uma penca de assessores e mais uma legião de servidores cuidando do que pouco produzem á custa de bilhões dos impostos cobrados do pobre dinheirinho dos brasileiros. Bastaria quatro deputados e dois senadores de cada estado para aparar as arestas que por acaso surgissem. e não precisariam pegar avião toda segunda e quinta. 

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Sacolas de Plástico. Eu apoio.


Os ecochatos de galocha estão querendo dominar o mundo, e estão espalhando o pânico entre os cada vez mais desavisados terráqueos e criando um ambiente (?) ideal para a criação de leis esdrúxulas como a nova lei brasileira que proíbe as sacolas de plásticos nos supermercados.Não que as leis brasileiras sejam na média razoáveis, mas esta foi criada sem nenhum debate sobre qual a finalidade da proibição. Responder o óbvio não explica nem a metade do problema. Você mesmo vai dizer que ela vai proteger o meio ambiente, mas  em qual proporção? Devo lembrar que, no mesmo supermercado tudo que você comprar,  do refrigerante ao pimentão, tudo vem embalado em plástico.
A sacolinha em que você põe seus produtos na caixa do supermercado é o único ítem que será reusado com certeza, exatamente para colocar seu lixo diário. E este ítem foi proibido!
O cara que bolou esta lei , e seus seguidores, não percebem que até o pão vem embalado em plástico?
as verduras e legumes, os brinquedos, o arroz, o feijão. Em breve teremos de volta as lixeiras com o lixo misturado e nauseabundo sendo espalhado pelas ruas,  pois ao contrário dos paises desenvolvidos que proibem as sacolas, nós não somos muito desenvolvidos. Eu particulamente acho que o que degrada o meio ambiente não é o plástico, mas a sociedade mal educada. O plástico no final das contas, não polue o ar, não altera a água, nem se mistura com a terra. Esperemos no futuro leis que acabem com o ar condicionado, o avião e o óleo de cozinha.
Se observarmos as ruas procurando plásticos acharemos várias embalagens plásticas de todos os tamanhos, tampinhas, copos, canudinhos, até os maços de cigarros tem uma capa plástica.O que menos se encontra é a sacola de supermercado. A sacola, além de ser instituida como a sacola do lixo das casas, é usada como luva na hora de limpar uma sujeira, embalar alimentos na geladeira, proteger documentos ou o celular quando cai um temporal. Mas foi proibida, o que deve agradar aos analfabetos úteis. Vamos carregar nossos produtos (envolvidos em plástico0 numa sacola de pano ou papel. O que vai ser maravilhoso se você pegar uma chuva no caminho.

domingo, 10 de março de 2019

OPERAÇÃO TRAÍRA - 1991

Em 26 de fevereiro de 1991, um grupo de cerca de 40 guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, que se autodenominava "Comando Simon Bolívar", adentrou em território brasileiro, próximo a fronteira entre Brasil e Colômbia, às margens do Rio Traíra no Estado do Amazonas, e atacou de surpresa o Destacamento Traíra do Exército Brasileiro, que estava em instalações semi-permanentes e possuía apenas 17 militares, efetivo muito inferior a coluna guerrilheira que o atacara. Operações de inteligência afirmam que o ataque foi motivado pela repressão exercida pelo destacamento de fronteira ao garimpo ilegal na região, uma das fontes de financiamento das FARC. Nesse ataque morreram três militares brasileiros e nove ficaram feridos. Várias armas, munições e equipamentos foram roubados.

Resposta militar
Imediatamente as Forças Armadas do Brasil, autorizadas pelo presidente Fernando Collor de Mello e com o conhecimento e apoio do Presidente colombiano César Gaviria Trujillo, deflagraram secretamente a Operação Traíra, com o objetivo de recuperar o armamento roubado e desencorajar novos ataques. Uma reunião bilateral entre representantes do Brasil e da Colômbia em caráter urgente foi realizada em Leticia, na Colômbia, no dia 9 de março, em que planos de ação foram discutidos e traçados. Ambas as delegações concordaram sobre compartilhar, de imediato e também ao longo das semanas seguintes, informações sobre atividades subversivas, terroristas ou ligadas ao narcotráfico.
A Força Aérea Brasileira apoiou a Operação Traíra, com seis helicópteros de transporte de tropas H-1H, seis aeronaves de ataque ao solo AT-27 Tucano e aviões de apoio logístico C-130 Hércules e C-115 Búfalo.
A Marinha do Brasil apoiou a Operação Traíra com um Navio Patrulha Fluvial, que ficou baseado em Vila Bittencourt, cooperando com o apoio logístico e garantindo a segurança daquela região.
O Exército Brasileiro enviou suas principais tropas de elite, elementos de forças especiais e de comandos e do Batalhão de Forças Especiais (atuais 1º Batalhão de Forças Especiais e 1º Batalhão de Ações de Comandos), e também guerreiros de selva do até então 1º Batalhão Especial de Fronteira, para atacar a base guerrilheira que se encontrava em território colombiano, próxima a fronteira. Também apoiaram, militares do 1º Batalhão de Infantaria de Selva, principal unidade do Comando Militar da Amazônia. O Comando de Aviação do Exército se fez presente fornecendo o meio de transporte utilizado pelos combatentes empregados na missão, 4 helicópteros de manobra HM-1 Pantera, 2 helicópteros de reconhecimento e ataque HA-1 Esquilo.
Atuaram como voluntários no reconhecimento o primeiro tenente Castelhano, primeiro tenente Bardaro e terceiro sargento Campos.
O Exército Colombiano apoiou a Operação Traíra com o Batalhão Bejarano Muñoz, acredita-se que tenha bloqueado a rota de fuga dos guerrilheiros, caso tentassem fugir do ataque do Exército Brasileiro.
Consequências
O saldo da Operação Traíra foi o de 62 guerrilheiros mortos, inúmeros capturados, maior parte do armamento e equipamento recuperados. Desde então, nunca mais se soube de invasões das FARC em território brasileiro, assim como ataques a militares brasileiros.
Fonte: Defesanet


segunda-feira, 12 de novembro de 2018

STAN LEE - O MAGO DOS QUADRINHOS


As crianças nos anos 60 já liam revistas em quadrinhos, e no começo da adolescência os heróis da DC dominavam o mercado no Brasil, basicamente Batman e Superman, junto com Tarzan e o Fantasma de outras editoras. Somente no final da década chegou ao Brasil as primeiras revistas com as criações do gênio Stan Lee. Uma revolução que não parou até hoje. Desde a composição de inúmeros Superheróis passando pela criação de inúmeros universos, a evolução das HQs para Graphic Novels, até a chegada da Marvel nas telonas. As criações de Lee ultrapassaram a simples visão das narrativas para se tornar infinita, ainda hoje se expandindo. Como o próprio Universo deve estar.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

#RogerWatersnão

Não fui fã do Pink Floyd nos seus aureos tempos nem fã retardatário de Waters, embora sinta mais simpatia por Gilmour, o que me incomodou na manifestação política num show revival onde o antigo baixista do Pink Floyd foi vaiado foram as opiniões da neo-turminha lacradora que nasceu nos anos 90 e acreditam que Roger Waters é qualificado para sugerir aos brasileiros em quem votar, pois ele deidiu que o candidato da direita é fascista e então,  ele não. O que a turminha da esquerda não sabe é que Waters engana todo mundo desde os anos 70 com este papo de engajado e enquanto isto, encheu suas malas de dinheiro e vive como nababo numa mansão cercada de muros (The Wall) resultado do seu trabalho no mundo capitalista que critica. A platéia, em sua maioria acima dos 50 anos que vaiou o bardo, sabe que as obras primas do Pink Floyd foram escritas num mundo totalmente diferente em que se pensava que havia outro caminho além do capitalismo, e com o comunismo já no volume morto.Foi lá para ouvir velhas canções  da sua juventude e não para aguentar mensagens totalmente desvirtuadas no momento atual.Além de se enganar sobre o desejo do público, Waters mostrou tremenda irresponsabilidade ao se aventurar em opinar politicamente num país polarizado que não conhece, e por pouco, mas não muito, poderia ser o causador de uma tragédia .