ANTES QUE ESQUEÇAM FAUCI
Na pandemia eu era, como se costumava chamar, um negacionista. Eu o era, não o digo por orgulho, mas porque meu instinto baseado na observação me mostrava que as informações vindas das autoridades que falavam em nome da ciência, como a OMS, e que era amplamente divulgadas pelo famoso "consórcio" da imprensa estavam totalmente fora da lógica e da realidade.
Deve-se alertar que a situação no início da pandemia não era coisa fácil de lidar, principalmente para os governos, que deixaram-se guiar pelos que realmente deveriam lidar com o problema e que entendiam do assunto, os cientistas. O problema foi não discutirem os prós e os contras dando ouvidos a um personagem que se dizia "Eu sou a ciência" e que estava envolvido até o pescoço no projeto do laboratório de Wuham.
O Diário de Fauci, que levou à sua convocação pelo congresso americano, mostrou as mentiras que se espalharam na pandemia e o jogo de interesses do"Deus sol" da ciência para se eximir da sua culpa, que foi previamente perdoada pelo governo Binden com anistia total à partir de 2014, antes que a verdade viesse à tona.
Voltando à minhas observações, lembro que viajei para a Italia quando começava a se falar na imprensa do vírus e uma certa autoridade médica, contratada da Globo, falava que era uma "gripezinha" (termo depois atribuído ao Presidente Bolsonaro) e que o carnaval estava garantido.
Depois de cinco dias na Itália, o país estava em polvorosa, com ruídos de sirenes de ambulância, e a TV mostrando o aumento do número de mortes em progressão geométrica. Quando começaram a falar em lockdown corri para o aeroporto com medo de ficar indefinidamente preso em Roma, o que não seria de todo ruim se tivesse um patrocínio, e voltei para casa encontrando o pessoal ainda curtindo as cinzas do período momesco.
Em poucos dias porém, foi implantado o regime totalitário do uso de máscaras, distanciamento, alcool-gel e o fique em casa. Isto me pareceu estranho porque era claro, até para quem não tem conhecimento de enfermagem (como eu), que o vírus, que se mostrava
agressivo em escala mundial, já tinha infectado a maior parte, senão toda população.
Ele que foi liberado na China, em poucos dias chegou na Europa e logo depois na Brasil, logicamente não poderia ser detido simplesmente usando máscaras ou ficando debaixo da cama.
Veio então a batalha das vacinas, e eu não me vacinei, não por ser contra vacinas mas por não querer ser cobaia de uma vacina não testada, não pesquisada e comprovada. Estudos não divulgados pela mídia do "consórcio" colocam em dúvida a efetividade da vacina e seus efeitos colaterais, e se todos já estavam contaminados não haveria necessidade de se vacinar, porque todos já teria adquirido anti-corpos.
Uma da minhas observações ocorreram em campo fértil, ao contrário das autoridades que não se mexiam além das orientações do que dizia Fauci. Morando perto de uma comunidade, ou como se chamava antes, uma favela simpática, todo dia ia eu à padaria da Dona Silvia, no meio da rua entre barracos curiosamente um oásis de liberdade no meio do totalitarismo que assolava no país. Ninguém com máscaras, sem distanciamento (como se distanciar naqueles becos estreitos?) e pessoas indo e vindo sem terem conhecimento do lockdown.
Todo dia eu fazia uma pequena pesquisa com alguns conhecidos para saber sobre o número de mortos na comunidade, que pelas previsões, em aglomerados deveria ser catastrófico. Só tive noticia da morte de uma senhora de 65 anos atribuida à Covid, mas todas as mortes no período estavam sendo atribuídas ao vírus.
Em um mês, as favelas do Rio de Janeiro desmontaram todas as orientações da OMS e do do Dr. Fauci, mas a ditadura continuou fechando milhares de pequenas lojas, escolas, enclausurando pessoas que não tinham como se alimentar dignamente.
Ainda não foi esclarecido o motivo de tamanha agressão à humanidade e aos direitos básicos dos cidadãos, talvez alguem ou algum grupo tenha planejado a diminução da população mundial, mas se tem alguem com culpa, o primeiro a ser lembrado é este senhor que se autodenominou "Deus da ciência".



