Translate

sexta-feira, 13 de março de 2015

O LUGAR VERDE E AMARELO

Não acredito que Lula tenha lido Gramsci, mas seus companheiros com certeza. A pior herança que os derrotados pelo regime militar, e que conseguiram chegar ao poder por caminhos nebulosos, vão deixar é a doutrinação burra pregada nas mentes cada vez mais opacas devido aos baixos investimentos na educação nos últimos,vamos lá, vinte anos. Neste tempo, todos os valores que fazem de um povo uma nação e que estavam vivamente ligados aos militares foram banidos como se fossem malditos ou não importassem mais. Foram pro lixo a autoridade, responsabilidade, moral,ética, até o patriotismo. Os líderes e mentes que se dizem de esquerda, continuaram a pregar no Brasil o que já estava falido no resto do mundo, embora tenham abandonado há muito a cartilha marxista para se dedicar ao laborioso trabalho de desviar dinheiro das forças do capital para fortificar seu partido e suas contas bancárias. Alguns imbecís, que chegaram as Universidades neste periodo, continuaram a acreditar nas teorias de Gramsci e na  implantação do Socialismo no Brasil enquanto seus mentores intelectuais bebiam Champagne de 8.000 reais com o dinheiro roubado das estatais. O que sempre se ouve deste pobre povo socialista enganado é que agora o "pobre come carne" graças ao Lula e seus sequazes. Não coordenam figura com linguagem, como disse Olavo de Carvalho.
O Brasil seria bem melhor se todos pudessem comer, mesmo pobres, mas pra eles não importam se continuam pobres. Sem saberem prá onde estão indo,vão na contra-mão do que quer a maioria  (agora 93%) dos brasileiros. Agora vai se tornando mais claro que o Brasil poderia estar num plano bem melhor e que nossa politica no periodo democrático falhou completamente. O Populismo, não tem boas intenções.
A tão almejada igualdade social, que era o sonho original  dos socialistas, não pode ser conseguida com mera distribuição de esmolas. Só pode ser conseguida infelizmente através da força, ou com homens bem intencionados. Trabalho e Educação. Os Socialistas morenos no Brasil não falam da China, Socialista, que é uma ditadura, mas que resolveu há trinta anos atrás investir em Educação e Trabalho, nem pro bem nem pro mal. Oportunidades para quem quizer, quem não quer vai morrer de fome por conta própria. Aqui os seguidores de Gramsci & cia. querem se beneficiar sem fazerem força, tomarem bens de todos considerados da elite, se eternizarem no poder com o dinheiro sujo do Capital enquanto as bolsas-esmola garantem seus votos para manterem as aparências.
Acho que, pelo menos, este tipo de governo está no seus extertores finais, ficando cada vez mais descoberto pelos escãndalos como o da Petrobrás, embora vá deixar o mal impregnado ainda por vários anos. Melhor agora do que nunca.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Skank - Eu disse a ela




O Video original e da musica "Ela desapareceu", mas caiu bem pra minha musica preferida do Skank.
"Eu disse a ela". Ainda mais que a dor e cartesiana...bem,nada a ver.


SOTERO

  Raimundo Bento Sotero
Sotero foi meu companheiro no inesquecível 4º Grupo da Escola de Aprendizes Marinheiros do Ceará. Calado, respeitoso e observador, quase nao mostrava naquele tempo sua alma de Poeta que veio a emergir depois. Afastados por longo tempo ao trilhar caminhos diferentes, só recentemente descobri seu paradeiro em Camocim, no Ceará, sua terra natal, e tomei conhecimento pelo Face da sua obra que já é vasta, e bebe da sensibilidade humana até a ultima gota.
Pra quem sente as sutilezas das emoções emanadas do ser humano, um poema de Sotero.  



 
 AMOR QUE NÃO TEM FIM
Só tem valor aquilo que se quer.
Quando se tem, já não tem mais valor!
Quem poderia, pois, isto supor?...
De tudo o que se quis foi-se o mister!
Coisa banal, um traste qualquer!
Espinho, só espinho em vez de flor!
Jornal que, lido, já não tem leitor!
Homem sem casa; casa sem mulher!
Também no amor se encaixa tal verdade:
Quando se quer, mas fica na vontade,
A esse amor mais e mais se vive entregue!
Porque tudo na vida é mesmo assim
E, dos amores, o que não tem fim
É aquele que se quer; mas não consegue!

domingo, 8 de março de 2015

John Lennon - Woman is the Nigger of the World


No dia internacional da mulher esta música de Lennon de 1972, pedindo uma reflexão sobre a condição das mulheres soa ainda atual, pois mudanças na humanidade são lentas como passo de tartaruga. 
Embora em algumas partes do mundo as mulheres tenham alcançado mais liberdade e autonomia, a maioria continua sendo o negro do mundo.Na verdade pouca coisa mudou, pois mesmo as mulheres mais independentes são manipuladas sem perceberem, num universo ainda de dominação masculina. 
Por cultura ou natureza a mulher precisa de proteção, que só consegue se submetendo. A única opção é encontrar alguéem que a ame incondicionalmente, como Yoko encontrou. Talvez se esta música fosse lançada em 2015  seria trucidada nas redes sociais, mas é só olhar nos noticiarios da TV. Muitas mulheres ainda sofrem violência fora e dentro de casa. Ainda Continua imperando a supremacia dos covardes, e o silêncio dos inocentes. 

MULHERES

    Every day is Woman's day

sexta-feira, 6 de março de 2015

Fantasias no Atoleiro



A Revista The economist diz numa reportagem na sua última edição que, para um turista, não parece ter nada de errado como Brasil. A Classe média que vive na orla de copacabana, Ipanema e Leblon está a poucos minutos da area comercial e começa o dia com um jogo de voley ou praticando surf, tem escritórios com vista para montanhas deslumbrantes, mas se o turista se desviar para distritos mais afastados o brilho desaparece rapidamente. Favelas plagued by poverty and violence cling to the foothills. A economia brasileira também é assim, diz a revista, quanto mais fundo se vai mais parece pior.Os brasileiros em geral não se preocupam muito com a economia. Na verdade não entende muito como funciona, nem como ela atinge seu bolso, apenas sente quando.O Brasil tem uma média de crescimento de apenas 1,3% nos últimos quatro anos. Um mistério para quem não conhece o jeitinho brasileiro de desviar verbas, desde o aumento suicida de preços no varejo a arrecadação de impostos. Economistas esperam uma contração de 0,5% este ano, seguida de um crescimento de 1,5% em 2016. Com a inflação acima de 7%, o poder de compra dos consumidores está sendo corroída. Aumentos de preços vai continuar. O Brasil está enfrentando uma grave falta de água; uma vez que três quartos de sua eletricidade vem de hidrelétricas, isto está minando-o de energia. Para evitar apagões o governo pretende diminuir o uso, aumentando os preços: as taxas vão aumentar em até 30% este ano. Com o real perdendo 10% de seu valor em relação ao dólar no mês passado, a subida dos preços de importação vai trazer mais inflação. Como o salário mínimo do Brasil é indexado ao PIB e a inflação, a recessão vai congelar salários reais para milhões. Para equilibrar as contas, impostos mais altos sobre os combustíveis estão sendo implantados, um golpe para um país amante de carros (?) A revista não faz referencia ao sistema depauperado de transportes públicos, mas acha que se as reformas do Sr. Levy forem aprovadas, a renda dos brasileiros mais velhos irão parar. Há poucas fontes de compensação, o Investimento vai afundar em 2015. A Petrobras, a gigante do petróleo parcialmente estatal que é o maior investidor do Brasil, está atolado em um escândalo de corrupção que paralisou os gastos: o caso pode custar até 1% do PIB em investimento. Em 24 de fevereiro de Moody, a agência de classificação de crédito, reduziu sua dívida para status de lixo; se a Petrobras não publicar resultados auditados em breve poderá não ser capaz de tomar emprestado a ninguem.Exportação também vai mal, apesar de o real cair. Cinco países-China, Estados Unidos, Argentina, Holanda e Alemanha compram 45% das exportações brasileiras. No entanto, a maior preocupação não é que o Brasil tem um ano ruim, mas que os seus instrumentos de política estão quebrados, o que significa que ele está preso em um atoleiro. Brasil gastou 311,4 bilhões de reais (6% do PIB) em pagamentos de juros em 2014, isso significa que, mesmo se a unidade fiscal do Sr. Levy decolar, com uma previsão de um superávit primário de 1,2% do PIB, o Brasil ainda vai estar no vermelho. Despesas do Estado têm-se revelado difícil de controlar, com pagamentos de benefícios crescentes, apesar da (estranha) queda do desemprego.

A Fitch, uma agência de notação de crédito, coloca o Brasil um nível acima de lixo, mas tem mais dívida, déficits maiores e taxas de juros mais altas do que a maioria dos países nessa categoria. Se o crescimento se evapora, um rebaixamento seria uma certeza, aumentando os custos de dívida ainda mais.Esses impasses não são incomuns, mas problemas monetários do Brasil são. O País deve escolher entre dois caminhos desagradáveis. A primeira é manter as taxas de juros elevadas, apesar da economia fraca. Mas não é apenas a famílias que são atingidas por taxas elevadas; empresas são, também. Uma vez que muitas empresas brasileiras não podem pagar as taxas do mercado privado (a taxa média para novos empréstimos a empresas é de 16%) BNDES empresta a uma taxa concessionária, atualmente de 5,5%. O financiamento vem do estado, que toma emprestado a uma taxa muito mais elevada do que as empresas pagam. A diferença, uma perda, é paga sem que eles notem, pelos contribuintes.
A Segunda alternativa é cortar as taxas, apesar do aumento da inflação, uma jogada ousada, dada a história do Brasil. A causa de aumentos de preços, afinal, não é uma economia de superaquecimento, mas a queda do real, aumento dos impostos e da seca. A resposta neste caso seria tipo, ignore a inflação.O resultado seria a queda, mais ainda, do real. Acelerando o aumento dos preços dos bens importados. Dívida externa, que as empresas brasileiras e os governos locais acumularam devido às taxas de juros mais baixas em oferta, se tornaria mais difícil de suportar.
Confrontado com estas opções venenosas, um caminho do meio é o mais provável. Ao misturar a política monetária e fiscal, o Brasil está afundando mais lentamente, mas afundando. Em uma economia se dirigindo para a recessão, que não é um bom lugar para se estar.

segunda-feira, 2 de março de 2015

PINK FLOYD - Echoes II

Desde o começo dos anos 70, o Pink Floyd sempre fez o possível para ser uma banda diferente.Tudo tinha que ser grandioso. Até o som. Por conta disso e depois de algumas vidraças quebradas pela alta ressonância, a banda foi proibida de tocar em alguns lugares dando início a onda de fazer seguro para grandes shows.  Foi aí que um diretor desconhecido de algum lugar do mundo, depois de passar uma semana perdido no que sobrou de Pompeia, teve uma ideia brilhante de levar o Pink Floyd para tocar naquele ermo lugar, num show fantasma histórico.
Humildemente, Roger Waters topou a parada pelos outros três integrantes. A ideia tinha tudo a ver com a filosofia do Pink Floyd, inspirada por Waters, um show de rock progressivo com inspiração depressiva num local altamente sombrio, algo que tinha tudo a ver com a banda e com um comprimido de Valium. Os problemas, resolveriam na hora.
Todo diretor que se preza tem que saber no mínimo um pouco de logística do local para fazer uma gravação, mas ninguem atentou que o idiota do diretor já tinha passado uma semana perdido nas ruinas. Para o resto da equipe, Pompeia era uma cidade arruinada por um vulcão. Mas não sabiam que quem morava lá já tinha dado no pé há séculos, e os habitantes que ficaram na cidade estavam mortos, soterrados e petrificados.
Para acomodar tanta gente petrificada, mais os moradores de outras ruinas vizinhas, foi escolhido o antigo anfiteatro de Pompeia, em perfeitas condições de desabamento. A banda descarregou tudo lá e foram feitos todos os preparativos para o show quando a equipe, e o gênio do diretor, se tocou de que não havia energia elétrica no local. Afinal, a cidade estava em ruínas, e aquele anfiteatro tinha mais de trocentos anos de existência sombria. Quem levaria luz até um local daqueles, já que ninguém era maluco de habitar de novo, aqueles lados do vulcão?
Num ato de desespero os organizadores do Live at Pompeii fizeram um tremendo "gato" para puxar energia da puta que o pariu até o anfiteatro. Ou seja, os únicos moradores vivos das vizinhanças tiveram que ficar sem energia porque o Pink Floyd iria consumir toda a eletricidade dos arredores até a cidade de nápoles. Problemas elétricos assombraram seguidamente a produção. Após milhares de quedas de energia por causa dos solos infinitos de David Gilmour, e outros tantos piques de luz, já que o tráfego intenso de carroças passava por cima dos fios, o fracassado diretor precisou contratar seguranças para tomar conta do gato quilométrico até o projeto terminar. O Desastre ambiental na fauna ocorreu por conta da debandada de lagartos e ratazanas que por causa do barulho foram parar em Milão.
Desde o início o número de espectadores atingiu os impressionantes 2 espectadores, dois pirralhos que resolveram burlar a segurança e assistir o que pudessem aguentar. Fora, claro, milhares de fantasmas, manchas e luzes que apareceram misteriosamente nas fitas.
O Filme-video chamado Echoes tem como trilha uma única música também chamada Echoes, mas não uma qualquer, é uma  música de 850 minutos que durou quase o dia todo. No show, a banda finalmente percebeu que com 850 minutos não conseguia atrair muito público e então a dividiu em duas partes de 425 minutos, Echoes e Echoes II (o que também não adiantou muito). Ainda bem que hoje, temos ferramentas para cortar os excessos e editei um video com os melhores momentos deste show inesquecível e histórico com apenas seis minutos.

 



                                PINK FLOYD ECHOES LIVE IN POMPEII by CarloCarlus




OS SETE SABERES

Edgar Morin, filósofo francês, nasceu em 1921 em Paris. Livre de fronteiras disciplinares, Edgar Morin pensa de forma transgressora e complexa. Numa entrevista dele na Globo News, descobri que era seu seguidor sem nunca ter lido sobre suas idéias. O que ele sempre propôs é complexo. A interligação entre ciência, artes e tradição; entre sujeito, objeto e conhecimento produzido; entre corpo, mente e sentimentos.
Simplificando esta complexidade, nada mais é do que condenar a separação do conhecimento em disciplinas estanques entre sí, tornando universal a prática de analisar o conhecimento separadamente sem aprendermos a relacionar e a interligar.
A lógica da sociedade atual da "separação" em todos os campos sociais, ignora que cada ser humano é um individuo indivisível e complexo, e que o ensino massificado tal como está , não alcança a todos.
Como resultado a "separação" se espalhou pelo tecido social na forma de discriminação social, a estratificação das pessoas em camadas sociais ou em níveis sociais, ou ainda em castas. As guerras e a falta de diálogo intercultural. A incapacidade de compreender as necessidades e os pontos de vista do outro, de outra cultura, de outra comunidade.
Segundo Morin, "nosso atual modelo de educação, fundado sobre a lógica da disjunção, é incapaz de perceber as relações existentes entre os conhecimentos, é incapaz de conceber e contemplar, em seu currículo e sua didática, o ser humano como um todo indiviso. Desta maneira, contribui para o distanciamento cada vez mais crescente do ser humano para com os outros e para com a natureza. Sem falar no desconhecimento do ser humano em relação a si próprio, a seus desejos internos, suas necessidades, seus sentimentos, medos e anseios."
Para Morin, não existe um conhecimento absoluto, simplesmente porque cada um de nós temos visões, ambições e interesses próprios. A ideia de que todos percebemos a mesma realidade é uma ilusão. A partir da nossa percepção individual, tudo que recebemos do exterior, reconstruímos uma realidade conforme nossos próprios processos internos. Ou seja, o que achamos que é a realidade, na verdade é uma interpretação particular, individual e só partilhada através da linguagem.
A educação tradicional, adotou um único modelo de realidade que é postulado nos livros didáticos que são perpetuados geração a geração. Os professores são formados a partir de uma simplificação de mundo onde eles acreditam que é possível simplificar a realidade para ser melhor apreendida ou transmitida.A fórmula não deixa margem para os out-siders, deixando pelo caminho aqueles que não conseguem ou estão bem a frente e não querem seguir o modelo tradicional
A educação planetária deve caminhar em direção às associações, não só analisando a realidade, mas estabelecendo relações entre os conhecimentos construídos. Relacionando também indivíduo, sociedade e natureza; corpo, mente e emoções.


A identidade humana, o que nos torna humanos, o que nos une enquanto seres humanos. Essa é uma questão que não pode ser ignorada pela educação planetária.
A questão não levada em conta é que, se somos todos muito parecidos geneticamente, de uma mesma espécie, e temos as mesmas necessidades, ao mesmo tempo, somos diversos, em cultura, em organização de sociedades, raças, religião, línguas.
Somos, ainda, parte de uma natureza indivisível. Dependemos de interligações com outros seres vivos, com seres não vivos, somos natureza.
Essas são as três dimensões do ser humano: enquanto individuo, enquanto espécie, enquanto ser social. E estamos ameaçados em todas as dimensões. O pensamento simplificador da realidade fez com que, ao perdermos a visão do todo e suas ligações, produzíssemos conhecimentos capazes de nos distanciar cada vez mais da vida natural e social.
Enquanto espécie, estamos ameaçados constantemente por perigos de guerra, de desastres nucleares, perigos causados pelo aquecimento global.
Enquanto ser social, estamos ameaçados pela manipulação do capitalismo, por uma economia que invade fronteiras e busca uma globalização capaz de aniquilar culturas em prol da criação de consumidores para alimentar o mercado.
Enquanto individuo, o ser humano se perde de si mesmo, ignora sua espiritualidade, seus objetivos, seus desejos e medos. Cai, sem notar, cada vez mais no abismo das doenças da modernidade: depressão, ansiedade, obesidade, loucura.
Neste empenho para mudar a tradição educacional, Morin estabelece estruturas indispensáveis na edificação do futuro da educação.Os sete saberes. O primeiro é sobre as cegueiras do conhecimento – o erro e a ilusão: deve-se valorizar o erro enquanto instrumento de aprendizagem, pois não se conhece algo sem primeiro cair nos equívocos ou nas ilusões.
O segundo saber se relaciona ao conhecimento próprio, assim, a educação deve deixar o universal, as diversas dimensões do ser humano e da sociedade, e a estrutura complexa bem claras.
O terceiro saber é divulgar a condição humana, ensinar ao aluno que o Homem é um ser multidimensional.O Quarto saber prioriza a identidade terrena, pois é fundamental conhecer o lugar no qual se habita, suas necessidades de sustentabilidade, os novos implementos tecnológicos, os problemas sociais e econômicos que ela abriga.
O quinto saber indica a urgência de enfrentar as incertezas, que parte da certeza da existência de dúvidas na vida humana, posto que, não é possível, ainda, predizer o futuro. 
O sexto saber defende que se deve ensinar a compreensão, fator indispensável na interação humana; ela deve ser instaurada em todos os campos de ação do cotidiano escolar. Mais que necessário como vemos no momento atual cheio de violência entre humanos.
  O sétimo saber é a ética do gênero humano, correspondente à antropo-ética, a qual defende que não devemos querer para outrem aquilo que não desejamos para nós mesmos, aliás, como já pregava Jesus Cristo.