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segunda-feira, 29 de setembro de 2014
sábado, 27 de setembro de 2014
FILME: O PROTETOR
Eu sempre gostei de filmes de ação em que o personagem principal não passa muito sufõco. Tipo Charles Bronson e Chuck Norris se é que me entendem. O último do tipo tinha sido "Busca implacável " (Taken), Liam Neeson me lembrou dos filmes de Mel Gibson.
O mais recente é o novo filme com Denzel Washington,"O Protetor" (The Equalizer), do tipo Steven Seagal só que mais violento. E consistente.
É claro que não se pode ligar muito prós cliches, neste tipo de filme não há muito espaço para inovações, e o filme ainda é uma adaptação de uma antiga série de TV, mas o importante é como se fica satisfeito ao ver o protetor mandando algumas bestas do mal pro inferno.
Não tem muito mistério. Denzel Washington mantem a mesma pose de sempre, sério e parecendo inofensivo, mas sempre mal-encarado como deve ser um justiceiro que protege os que estão ao seu redor, e ninguem liga se todas as inconveniências estão do seu lado, a gente sabe que ele vai fazer o que se espera.
Não é filme para Oscar, não é filme para ver duas vezes, é apenas diversão, é apenas mais um filme de Denzel Washington. Mas de vez em quando é bom.
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Back to 80's : MICHAEL JACKSON feat ROCKWELL
"Somebody's Watching Me" é o single de estreia do cantor Rockwell, lançado
pela gravadora Motown em 1984. A canção apresenta participação de artistas da
Motown: Michael Jackson no coro, e Jermaine Jackson nos backing vocals.
O video acima é apenas uma montagem.
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
#SEMNOÇÃO
NOVA YORK — A presidente Dilma Rousseff condenou os ataques aéreos na Síria pela coalizão liderada pelos Estados Unidos, iniciados na noite de segunda-feira para desmantelar a organização terrorista Estado Islâmico (EI) e combater células da rede al-Qaeda. Para Dilma, o Brasil repudia agressões militares, porque elas podem colher resultados imediatos, mas trazem consequências nefastas para países e regiões no médio e longo prazos. A presidente citou Iraque, Líbia e Faixa de Gaza como exemplos recentes da falta de eficácia deste tipo de política.
Na véspera de fazer o discurso de abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, a ainda presidente do Brasil acho ,perdeu uma ótima oportunidade de ficar calada e não deixar nós brasileiros, mais constrangidos ainda com a nossa Diplomacia,que é considerada anã, e não só por Israel. Ao comentar os ataques dos Estados Unidos e aliados às bases do grupo terrorista Estado Islâmico, na Síria, Dilma, disse que " lamenta enormemente os ataques aéreos naSiria contra o Estado Islâmico e que o Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo, o acordo e a intermediação da ONU". Segundo a presidente, o Brasil é contra todas as agressões, de ambos os lados. Parou, parou.
A presidenta fala pelos petistas,claro. O fato de não gostar de militares por causa do seu passado, não lhe dá carta branca para vomitar asneiras, principalmente em discursos na ONU, quando fala pelo país.
Naturalmente como ex- militante de um grupo terrorista ela considera o Estado Islâmico "um lado" que possa ser levado a mesa de negociação, mas faltou um mínimo de noção ao imaginar que os EUA e a ONU chamassem os líderes do grupo terrorista extremista e sanguinário para conversar.
O Pior é que o que ela fala não é resultado de desinformação, é estupidamente sem noção, porque não há como a ONU mediar um conflito quando "um dos lados " é um grupo sem rosto e sem representantes oficiais, que pratica assassinatos em massa.
O arsenal de idiotices blasfemado por Dilma deve aumentar a sensação nos paises-membros da ONU de que a diplomacia Brasileira atual é realmente um desastre, porque os EUA não estão sós na luta contra os terroristas, eles fazem parte de uma coalizão de 40 países, alguns deles árabes, e com apoio da ONU. Ir contra a onda que se levanta contra o extremismo do Estado Islâmico é uma prova de falta de noção, ignorancia e burrice.
O Governo do PT durante seus tres mandatos jogou no lixo a diplomacia brasileira, elogiada por sempre se oferecer como intermediária em conflitos entre nações, o que não é o caso agora, e ultimamente tem defendido todos os ditadores de plantão. Lula e os petistas, condenaram sistematicamente Israel em todos os fóruns e se calaram sobre o terrorismo do Hamas e dos iranianos. Defenderam Kadafi e o ex-presidente do Irã, o fanático Ahmadinejad. Negou-se a censurar na ONU o ditador do Sudão, Omar al-Bashir, que responde pelo assassinato de 400 mil cristãos, apoiou Fidel, Hugo Chávez e seu sucessor Nicolas Maduro.
É muita falta de noção ainda querer que o Brasil ganhe uma cadeira na ONU, para ter direito a voto,
seria bem feito que a ONU prometesse uma vaga ao Brasil se Dilma aceitasse dialogar, sem armas e em território sírio, com o Estado Islâmico. Pelo menos iria receber o resultado merecido, e por bravura.
terça-feira, 23 de setembro de 2014
UMA VISÃO LÓGICA
Why recession won't affect the result of Brazil's presidential election.
Corrupção, Inflação acentuada, Recessão, má administração,manipulação de números da economia, controle do Banco Central, sangria da Petrobrás, ajuda financeira para Cuba, por muito menos que isto, os americanos já teriam tirado do poder o PT e metade do Partido estaria na cadeia e por um longo tempo. Mas por motivos já amplamente explicados, os que querem a saída de Dilma, temem que aconteça o que seria improvável em paises desenvolvidos, ou seja a reeleição.
Como observa a Revista "The Economist", nada do que acontece de ruim na administração atual parece alterar o panorama da campanha eleitoral para Presidente, apesar da classe média ter dado uma alavancada nas intenções de voto para Marina Silva, aliás, a queridinha da Revista, após a morte de Eduardo Campos.
Diz a revista: "Recessão nunca é uma boa notícia para uma administração. E na corrida para uma eleição geral pode ser uma sentença de morte. Com cinco semanas antes do dia da votação, a oposição do Brasil deve ter se alegrado com dados oficiais divulgados em 29 de agosto, mostrando que o PIB tinha mergulhado em 0,6% no segundo trimestre e de 0,2% no primeiro. No entanto, os números desanimadores não importam tanto para cálculo eleitoral como os rivais da presidente Dilma Rousseff teria esperado. Por que ?"
Dilma culpa um "excesso de feriados" (e, portanto, menos dias de trabalho) durante o mês de duração de futebol da Copa do Mundo no Brasil, que concluiu em 13 de julho. Estas férias extras foram adicionados pelas autoridades em uma tentativa de aliviar a pressão sobre o transporte público em cidades-sede da Copa do Mundo. Mas críticos apontam que isso não explica a queda na produção durante os três primeiros meses do ano e que o governo havia prometido uma melhora econômica relacionada com a Copa. Dos 45 países que apresentaram resultados do segundo trimestre do PIB até agora, só a Ucrânia devastada pela guerra tem se saído pior. Os críticos de Rousseff culpam a desaceleração, a desconfiança dos empresários e a queda dos investimentos, como resultado de seu intervencionismo, frouxidão fiscal e incapacidade de resolver problemas crônicos: a infra-estrutura de má qualidade, emaranhado de burocracia e, sem dúvida, o sistema fiscal mais complicado do mundo".
Tudo isso é um mau presságio para o Brasil no médio prazo, mas é pouco provável que custe Rousseff muitos votos. Embora as empresas estejam cortando a produção, que até agora se mostrou relutante, não se iniciou o processo custoso de demitir trabalhadores. Como resultado, o desemprego está em apenas 4,9% , embora seja provável subir, não vai fazê-lo até depois da eleição. A Renda familiar média conseguiu se manter mesmo com a alta da inflação, muito devido a inflação dos preços dos alimentos que ficou parada e os preços dos serviços diminuidos após a Copa do Mundo. Contraintuitivamente, índices de aprovação do governo, que havia sido estáveis desde o início do ano, na verdade subiu em agosto.
Tudo isso é um mau presságio para o Brasil no médio prazo, mas é pouco provável que custe Rousseff muitos votos. Embora as empresas estejam cortando a produção, que até agora se mostrou relutante, não se iniciou o processo custoso de demitir trabalhadores. Como resultado, o desemprego está em apenas 4,9% , embora seja provável subir, não vai fazê-lo até depois da eleição. A Renda familiar média conseguiu se manter mesmo com a alta da inflação, muito devido a inflação dos preços dos alimentos que ficou parada e os preços dos serviços diminuidos após a Copa do Mundo. Contraintuitivamente, índices de aprovação do governo, que havia sido estáveis desde o início do ano, na verdade subiu em agosto.
Dilma não é mais um shoo-in: pesquisas sugerem que ela perderia em um segundo turno para o Partido Social Brasileiro de Marina Silva, ex-ministra popular, que foi empurrada para a corrida presidencial, após a morte de seu ex-líder, Eduardo Campos. Marina Silva é popular em grande parte porque ela encarna a renovação política, algo que os brasileiros desejam.
E é a perspectiva de renovação, ao invés de um desejo de punir Dilma por má gestão económica, que terá o maior impacto sobre a forma como os brasileiros irão votar."
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
domingo, 21 de setembro de 2014
REFLEXOS
Pena que a torcida brasileira não tenha este nivel de educação.
Radiohead CREEP legendado
Duas coisas sobre o Hit "Creep" do Radiohead: Neste mes fazem 22 anos que ele foi lançado e meu video legendado no You Tube (http://youtu.be/AK88FQBRxzs ) passou das 25.000 visualizações. Radiohead lançou "Creep", como seu single de estréia, em 1992, e mais tarde ele apareceu no seu primeiro álbum, Pablo Honey (1993). Durante seu lançamento, "Creep" não foi um sucesso mas em 1993, tornou-se um hit mundial. A banda ficou incomodada porque ofuscou as outras músicas mais afeitas a sua proposta de ser alternativa, fazendo com que nos shows boicotassem Creep" reproduzindo-a com menos frequência durante a década de 1990 . Em 1998, a meio da turnê de OK Computer, a banda tirou a música do set list de vez. "Creep" não foi tocada ao vivo novamente até 2001, mas desde então tornou-se obrigatória nos sets ao vivo do Radiohead.
Produzida quase por acaso, no inicio era apenas uns versos feitos ainda na faculdade por Tom Yorke que iriam servir de roteiro para outra música.E quando estavam gravando, não muito feliz com a letra, o guitarrista (Jon Greenwood) começou a testar a guitarra tentando achar um tom que se adequasse a canção prá lá de depressiva. De repente veio a luz: 'Ei, o que diabos foi isso? Faça isso! vamos fazer isso! '' E ficou assim.
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