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terça-feira, 12 de novembro de 2013

THOR 2 O MUNDO SOMBRIO


O mais dificil para a MARVEL quando lança um novo filme de suas famosas franquias e tentar agradar a plateia que vai apenas assistir um filme de aventuras e ao mesmo tempo a legiao de fas de quadrinhos que buscam nos minimos detalhes um motivo para infernizar a vida de pobres diretores desavisados. Por causa disto a busca por diretores para os filmes da Marvel viram novela, como aconteceu recentemente com X-MEN. Para este filme escolheram Alan Taylor, provavelmente porque ele dirigiu Game of Trones, pelo menos o vestuario e parecido. E se saiu bem. E relativo alguns criticos acharem que foi um grande filme e outros acharem fraco, mas todos concordam que este Thor - O mundo sombrio, e bem melhor que o primeiro, e que Tom Hiddleston e o cara , fazendo de Loki o personagem  melhor  adaptado dos quadrinhos. Para a plateia brasileira o que vale e uma boa historia e os efeitos especiais, afinal quem sabe alguma coisa sobre Malekith ou onde foi forjado o martelo do deus do trovao? Os americanos leem gibis e sabem, por isto a cobrança  de que o filme ficou sem explicar algumas coisinhas e que  Malekith merecia mais destaque, mas THOR nao tem muitos seguidores como os X-MEN e Homem-aranha e no geral agradou a mortos e feridos.
Mesmo assim nao alcançou a perfeiçao. Eu vejo estes filmes para me deliciar com o que me faz lembrar do que li nos quadrinhos e para descobrir as falhas de roteiro e defeitos nos personagens, e nao e que o Thor, o Deus do Trovao, perdeu a  arrogancia?

domingo, 10 de novembro de 2013

ƎⱭIƧЯƎHTOOTHERSIDE

ƎⱭIƧЯƎHTO


Toda banda tem prazo de validade, e o fim e quando seus integrantes se dispersam ou quando a banda para de criar e se acomoda fazendo shows com hits do seu passado de gloria. Geralmente estes shows sao apresentados para plateias que nao tiveram vez quando estavam no auge, como alguns paises da America do Sul, Chile,Argentina e Brasil. Nada de magoa, apenas para demostrar como estes shows tem cheiro de revival. Somente neste ano, do show do The cure e passando pelo Metallica no Rock in Rio  ate o Aerosmith, vamos ver um show para lembrar velhos sucessos e velhos tempos, nada de discos, nada de novo pode-se esperar destas bandas.
Agora foi a vez do Red Hot Chili Peppers e ainda bem que as musicas nao tem prazo de validade, o show deste sabado trouxe de volta os anos 90 e toda a atmosfera do do album Californication, que gosto mais do que o cultuado Blood Sugar Sex magik.
Nao da pra falar do Yeah Yeah Yeahs no show de abertura porque eles so mostraram o porque de nunca terem decolado como um grande grupo. Quase desconhecido, musicas modificadas ao vivo, um mal que parece ter aflingido a maioria dos grupos da ultima decada. Acho que RHCP esta em decadencia, nao vale dizer que os caras estao em forma e motivados, eles ja foram melhores, mas o que vale e poder ouvir  Otherside e Under the bridge, simbolos de uma era sagrada para a geraçao de 90, a ultima geraçao que viu o surgimento de grandes bandas de rock como Nirvana, Pearl Jam e...RHCP.
Pra encerrar a turne no Brasil, resolveram tocar todas, ou melhor, todos os hits possiveis, que fizeram do RHCP uma das bandas mais conhecidas no Brasil, e das mais respeitadas, mas comparando com a ultima vez que estiveram aqui deu pra sentir que o gas esta acabando, o que torna a letra de otherside quase uma profecia.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

RED HOT IN RIO

Setlist do show do RHCP em São Paulo:
- "Can't stop" - "Dani California"
- "Otherside"
- "Factory of faith"
- "Snow (Hey, oh)"
- "I could have lied"
- "I like dirt"
- "The adventures of Rain Dance Maggie"
- "If you have to ask"
- "Higher ground"
- "Under the bridge"
- "Ethiopia"
- "Californication"
- "By the way"
           Bis
- "Around the world"
- "Meet me at the corner"
- "Give it away"
                               Vamos ver...

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

DOIS PONTOS

"Eu decididamente sou de direita, principalmente por viver num totalitarismo de esquerda. Nao existe outra opçao."



Ainda existem individuos que nao foram contaminados pelo socioconstrutivismo (termo cunhado por Olavo de Carvalho) inpregnado pela esquerda, não necessariamente nas camadas mais baixas pois os agentes estão hoje em todos os lugares, na Imprensa, nos governos, nas escolas. Para estes é muito facil entender porque o Brasil nao sai do lugar e vai de mal a pior em qualquer setor que se pretenda analisar. Porque Sarneys e Malufs continuam sendo eleitos? Porque somos um dos paises mais violentos do mundo? Porque o Brasil nao cresce nem 3% por ano?
Analistas em colunas e  Blogs começam a fazer comparações com o passado, leia-se regime militar, e as coisas começam a fazer sentido, ou pode parecer surpreendente para alguns que os tempos democráticos no Brasil nao são o que deveriam ser.
Vou falar somente sobre dois quesitos, atualmente mais em pauta na sociedade civil: Segurança e Educação, principalmente depois da divulgaçao do Mapa da violencia 2012, cujo relatorio diz que
o número de homicídios no Pais passou de 13,9 mil em 1980 para 49,0 mil em 2010, um aumento de 259%. Nesse período a taxa de homicídio passou de 11,7 para 26,2 em cada grupo de 100 mil habitantes. Segundo o análise da Unicef/SDH/LAV, há uma projeção de que 32 mil adolescentes estejam  mortos violentamente entre 2007 e o final de 2013. Com esses números o Brasil se estabelece entre os países mais violentos do mundo.
E mais, segundo a Anistia Internacional, o numero de mortes por autos de resistência apenas no Rio e S. Paulo, foi 42% maior do que todo as execuçoes em 20 paises em que ha pena de morte.
Bem, vamos aos parametros, em 2012 em S. Paulo 546 pessoas foram mortas (oficialmente) em confrontos com a PM. Mas atualmente, os Movimentos de direitos humanos, e a malfadada Comissao da verdade, estao preocupados com o que aconteceu 30 anos atras, investigando a morte e desaparecimento de 426 pessoas durante os 21 anos do regime militar. Os numeros falam por si, mas como chegamos a isso?
Como disse Olavo de Carvalho num texto que transcrevi há uns meses atrás: "Entre os anos 80 e 90 ao  redigir as notas que viriam a compor O Imbecil Coletivo, os personagens a que ali eu me referia eram indivíduos inteligentes, razoavelmente cultos, apenas corrompidos pela auto-intoxicação ideológica e por um corporativismo de partido que, alçando-os a posições muito superiores aos seus méritos, deformavam completamente sua visão do universo e de si mesmos. Foi por isso que os defini como “um grupo de pessoas de inteligência normal  que se reúnem com a finalidade de imbecilizar-se umas às outras”.
Até os anos 70, os brasileiros recebiam no primário e no ginásio uma educação normal, um padrao aceitavel. Os militares todos sabem, prezavam a moral e a etica, que eram ensinadas nas escolas.Só vinham a corromper-se quando chegavam à universidade e, em vez de uma abertura efetiva para o mundo cultural, recebiam doses maciças de doutrinação comunista, oferecida sob o pretexto da luta pela restauração das liberdades, ja que o regime era autoritario. 
Com a passagem para o regime democratico, a doutrinaçao agora denominada socioconstrutivismo, passou a atacar os novos brasileiros numa idade bem mais tenra. O status de brasileiro culto se identificava, na mente de cada estudante, com a absorção do estilo esquerdista de pensar, de sentir e de ser. Marx era uma especie de Deus.        
Ainda segundo Olavo de Carvalho: "A partir dos anos 80, a elite esquerdista tomou posse da educação pública, aí introduzindo o sistema de alfabetização “socioconstrutivista”, concebido por pedagogos esquerdistas como Emilia Ferrero, Lev Vigotsky e Paulo Freire para implantar na mente infantil as estruturas cognitivas aptas a preparar o desenvolvimento mais ou menos espontâneo de uma cosmovisão socialista, praticamente sem necessidade de “doutrinação” explícita."
Do ponto de vista do aprendizado, do rendimento escolar dos alunos, e sobretudo da alfabetização, os resultados foram catastróficos.         
O socioconstrutivismo mistura a alfabetização com a aquisição de conteúdos, com a socialização  negligenciando a aquisição das habilidades fonético-silábicas elementares sem as quais ninguém pode chegar a um domínio suficiente da linguagem. 
Sem que ninguem, ou poucos  notassem, os mestres desta revoluçao pedagogica encaminharam a educaçao no Brasil para um dos piores indices no mundo igualado pau a pau com alguns paises africanos que vivem em regimes tribais. Começando pela desfragmentaçao da figura do professor e terminando com a aprovaçao sem meritos, passando pelos cursinhos a distancia   
 Chegamos ao ponto em que qualquer encanador em londres e mais letrado do que um advogado que se forma no Brasil, tai o ENEM mostrando a mão de obra especializada do futuro.
Sobre o estado da educaçao no Brasil, Olavo definiu:
"O produto dessa monstruosidade pedagógica são estudantes que chegam ao mestrado e ao doutorado sem conhecimentos mínimos de ortografia e com uma reduzida capacidade de articular experiência e linguagem. Na universidade aprendem a macaquear o jargão de uma ou várias especialidades acadêmicas que, na falta de um domínio razoável da língua geral e literária, compreendem de maneira coisificada, quase fetichista, permanecendo quase sempre insensíveis às nuances de sentido e incapazes de apreender, na prática, a diferença entre um conceito e uma figura de linguagem. Em geral não têm sequer o senso da “forma”, seja no que lêem, seja no que escrevem."
Aplicado em escala nacional, o socioconstrutivismo ratificado pelo partido atualmente no poder  resultou numa espetacular distribuiçao de imbecilidades, mais ou menos equitativa entre todos os jovens brasileiros estudantes ou diplomados, sem distinções de credo ou de ideologia , deixando o pais a merce dos saqueadores protegidos por leis que eles mesmo criaram. O novo imbecil coletivo, ao contrário do antigo, é imbecil desde criancinha, e nem deconfia disso. 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

MUSE / STARLIGHT - NO MAR O PIOR E A SAUDADE

http://www.youtube.com/v/O48tjJ-I4oU?autohide=1&version=3&attribution_tag=f252oIB6YOn6thQPBt4c8g&feature=share&autoplay=1&autohide=1&showinfo=1

ECOS

 
 
 
AGORA UM POEMA
 
Me de motivos pra sonhar/ou deixe-me so/pra pensar/como seria bom....
Mantenha a duvida.
 
 
 
 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

REGIME MILITAR, DE NOVO?

 
 
 
Nao gosto mais de escrever e falar sobre politica, ainda mais num pais sem politica clara  como o Brasil, e tambem concordo com a tese de que a democracia e o sistema menos pior para qualquer pais, mas nao concordo quando dizem que nossa democracia e jovem e vai se aprimorar com o tempo. Quanto tempo? cem anos? Demorou, mas na revista EPOCA desta semana um individuo chamado Leandro carneiro, da USP falando sobre a açao da policia e segurança soltou a seguinte perola: "Continuamos pagando um preço muito alto por termos tido um regime militar autoritario, talvez por isso... a policia e a justiça sejam negligentes na conduçao de inqueritos e processos contra ativistas violentos."Os editores da materia tambem nao perderam a oportunidade de colocar a culpa no regime militar para justificar a incompetencia das "autoridades dos governos": "A vivida lembrança da truculencia do regime militar tambem colabora com certa leniencia das autoridades com abusos em recentes manifestaçoes de rua".
Sem levar em conta que os redatores e o especialista da USP, talvez nao tenham vivido o regime militar para fazer uma minima comparaçao; Sem levar em conta que todos que dizem ter lutado contra o regime militar estao vivos e muito bem, obrigado. e a grande maioria que morreu eram guerrilheiros; Sem levar em conta que o cenario mundial era outro e que realmente eram anos de chumbo,mas nao necessariamente causados pelo regime militar.
O que causa espanto, pelo menos para mim, e achar que o regime militar e o responsavel pela total falta da figura da autoridade no Pais. Politicos sem compromissos e corruptos, abandono total das responsabilidades civis, a impunidade e desrepeito as leis, nada disso existe nos paises desenvolvidos que tem regime democratico ha mais tempo, porque Democracia nao prescinde da autoridade. Justificar os erros de quem deveria manter a ordem e a justiça e jogar tudo para o passado ja seria uma imbecilidade sem tamanho, e nao ver que algumas coisas abolidas do regime militar estao fazendo falta agora e o cumulo da burrice, caracteristica destes burocratas que falam o que interessa para uma imprensa tao mal preparada quanto os candidatos do ENEM. Custa  estudar um pouco paises como o Chile, que teve um ditador e uma ditadura  nada branda e mesmo assim manteve o que era funcional para o pais no regime do General Pinochet?
Cedo ou tarde, todo mundo vai perceber que autoridade nao e sinonimo de autoritarismo, e preciso obedecer leis ou nao se deveria cria-las.Os militares so queriam que as leis fossem cumpridas. Ponto final.  
  
 

domingo, 3 de novembro de 2013

MUSICA RUIM DE QUALIDADE




Li de passagem uma noticia que falava de uma pesquisa cujo resultado apontou que, no Brasil, so as classes A e B gostavam de Rock. Os resultados de pesquisas no Brasil me irritam ou me divertem, dependendo da seriedade do tema, por serem obvios demais e acontecerem depois de pelo menos todo mundo estar desconfiado da verdade.
A coluna de DANILO VENTICINQUE Livros que você ama, mas não respeita, me fez lembrar de uma tese analoga sobre musica defendida por um amigo, que dividiu musicos e bandas em quatro categorias.Embora plausivel, esta tese esbarra na velha maxima do "gosto nao se discute", mas podemos discutir, assim como na educaçao, que nao se pode escolher se nao tivermos opçoes ou acesso a informaçao.
A musica no Brasil foi atropelada pela queda lenta e gradual na educaçao e  claro que o mercado so lança o que agrada a maioria, o que levou ao moto perpetuo em que se meteu a MPB. Quanto ao rock seria demais achar que alguem que mora numa favela venha a conhecer algo alem do batidao. Morrissey ou Bob Dylan.
Mas voltando as teorias do colunista e tambem do meu amigo, eles defendem que existem quatro categorias: Classe A - Musicos e bandas que amamos e respeitamos.
Classe B - Respeitamos mas nao amamos, Classe C - Amamos mas nao respeitamos  e Classe D - Nao amamos nem respeitamos.
A minha tese tambem contempla estas quatro categorias com uma leve mudança : Os musicos e bandas Classe A, seriam entre outros, Paul McCartney e Pearl Jam. Na Classe B estariam os musicos que respeito mas nao morro de amores como Gonzaguinha e Led Zepellin.
A Classe C pra mim abrange toda a musica que nao amo nem respeito, como o sertanejo de qualquer corrente e o Funk. A Classe D... ah na Classe D tem o Lenine.. o Otto. (entre outros).