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sexta-feira, 2 de setembro de 2016

O Que percebi durante o Impeachmeant da Dilma

Há tempo atrás, eu me perguntava para que serve o Congresso Nacional. No papel, a gente desconfiava que a casa onde são forjadas as leis e que deve acompanhar seus cumprimentos, deveria tomar providências na hora em que surgisse uma dificuldade. Na prática, o poder legislativo não tomou providência nenhuma, ou melhor, ainda não sabe o que fazer quando o país entra numa crise mais parecida com um maremoto, e pior, mostra total incapacidade técnica e moral provocando um dano a mais na já abalada auto-estima nacional.
Depois de votar o Impeachmeant da Presidente, com vacilos de toda parte, o Senado federal cometeu uma grave ação contra a lei constituída, parte por despreparo, parte pela já conhecida incapacidade de traduzir um texto claro.
Já é sabido pelos que acompanham, dolorosamente, a rotina política em Brasilia, que a máquina política do estado é um trombolho que custa caro e nada produziu de bom para o Brasil nos últimos 30 anos, por baixo. Durante este longo tempo os parlamentares eleitos para ajudar a administrar o país, voltaram seus trabalhos para a deliciosa atividade de produzirem leis que se emaranham em outras e tornam a constituição um simples dicionário sujeita a qualquer interpretação. Como resultado, as leis os beneficiam primeiro, o resto serve como desculpa para os enfadonhos debates.
Durante o longuíssimo processo de Impeachmeant da mais nova anta a ocupar o Planalto, mesmo um leigo como eu, viu com espanto como o poder das instituições, ou a instituição dos poderes estão em mãos de individuos escrotos, incapazes ou analfabetos, pusilânimes e hipócritas.
A primeira coisa que notei é que enquanto a quadrilha do PT instalada no planalto saqueava os cofres, o Senado, que deveria ter ou realmente não tem uma comissão de assuntos econômicos que estivesse em contato regular com os orgãos de fiscalização como o TCU, estava totalmente alheio ao que se passava enquanto a população geralmente enfadada começou a gritar nas ruas.
Durante todo o processo, todos tinham dúvidas, todos falavam demais e ninguém parecia se entender. Passaram horas, discutindo só o regimento interno e só tomavam conhecimento dos fatos quando eram publicado nos jornais ou revistas. Para que serve o Senado?
Se  o senado tem uma ampla maioria de incompetentes, a abertura do processo de Impeachmeant desencadeado pelo então presidente da câmara Eduardo Cunha, mostrou ao Brasil que a massa de deputados eleitos pelos brasileiros é a nata do lixo"in matura"da política brasileira, um espetáculo de baixarias e mostra do desconhecimento total do que é ser parlamentar abriu suas cortinas para a multidão apática, com apenas algumas poucas censuras.
No meio do turbilhão de Non-sense aparece como um justiceiro montado num cavalo branco o STF, que para aumentar o espanto do multi-verso brasileiro, além de se intrometer na briga das casas vizinhas, desmandou a interpretar as leis ao seu gosto, embora para mim, leigo que sou, o que estava escrito ão deixava a menor dúvida.
Após o termino do processo, devidamente xavecado na última hora, livrando a presidente da perda dos direitos políticos, eu resolvi desistir. Sei que vou continuar me estressando com as asneiras ditas pelos comunistas, esquerdistas ou seja lá o que forem estas pragas que se espalharam pelo Brasil, mas ficarei mais atento ao meu mundo particular. Existe muita gente boa por aí lutando para acabar com a hegemonia da esquerda, e eu sei que isso vai durar muito tempo. Não é pro meu tempo.  
   

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

As sete lições olímpicas

Na segunda-feira teremos de acordar para a dura realidade. E é isso que o brasileiro mais detesta na vida

     
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  • A Olimpíada do Rio se aproxima do fim, e podemos tirar algumas importantes lições do megaevento. Em primeiro lugar, o Brasil é sim capaz de organizar uma grande festa. Mas essa nunca foi a dúvida real. Nós, como as cigarras da fábula, somos bons de farra mesmo. O que não sabemos fazer tão bem é construir um país civilizado, de primeiro mundo.
    E isso fica claro logo com o segundo ponto: essa foi a Olimpíada das vaias. Como dizia Nelson Rodrigues, brasileiro vaia até minuto de silêncio. No calor da disputa de futebol entre nós, tudo bem. Mas na Olimpíada deveria ser diferente. Somos os anfitriões recebendo nossos convidados. Vaiar os outros o tempo todo é simplesmente falta de educação.
    O caso do francês Renaud Lavillenie, que perdeu a medalha de ouro do salto com vara para o brasileiro Thiago Braz, foi o mais escandaloso. Mas vaiamos tudo, até tênis! Para quem tem um pingo de educação, isso foi motivo de profunda vergonha. O Brasil às vezes parece uma grande tribo, que só enxerga “nós” contra “eles” o tempo todo.

    Essa é a postura de quem não tem autoestima e precisa do termômetro alheio o tempo todo. O caso mais patético foi o da enorme controvérsia por trás de um famoso biscoito de polvilho carioca, que um jornalista do New York Times considerou sem gosto. Parecia que a mãe de cada um estava sendo xingada dos piores termos. Uma postura um tanto jeca, convenhamos.
    Uma quarta lição pode ser extraída do quadro de medalhas. Os americanos, líderes com folga, não têm um Ministério dos Esportes. O governo não se mete tanto no assunto, o esporte não é refém da politicagem, e justamente por isso pode prosperar. No Brasil, onde todos esperam tudo sempre do governo, temos Leonardo Picciani como ministro. E muitos gastos públicos. E poucas medalhas.
    Das poucas que conquistamos emerge a quinta lição: a imensa maioria veio de atletas treinados pelos militares. Seria pura coincidência? Creio que não. Os militares cobram mais disciplina, determinação e humildade, características necessárias para um vencedor.
    O que nos remete à sexta lição: o espírito olímpico é liberal, valoriza o mérito, o resultado, rejeitando a vitimização típica dos perdedores. Quem fica de “mimimi”, buscando bodes expiatórios para seus fracassos, nunca avança na vida. Os atletas de alto rendimento lapidados pelos militares sabem disso.
    E demonstram esse reconhecimento prestando continência no pódio, o que nos leva à sétima lição: só mesmo os jornalistas “progressistas” viram tanta polêmica nesses atos, considerados normais pela população. Se tivessem erguido os punhos cerrados e gritado “Fora Temer”, a imprensa teria achado mais natural do que o respeito à nossa bandeira e aos militares. A mídia vive numa bolha esquerdista.
    São essas as setes lições básicas que podemos extrair da nossa Olimpíada. Fecho com uma extra: depois da festança vem a ressaca. Brasileiro gosta de só pensar no aqui e agora, de forma hedonista, e “deixar a vida nos levar”. O problema é que isso costuma ter elevado custo.
    Qual o legado que fica dos gastos bilionários para realizar os jogos? Qual foi seu custo de oportunidade? Houve retorno sobre esses investimentos ou o país tinha outras prioridades? Sabendo que estamos literalmente quebrados, o impacto desse evento está mais para Barcelona ou para Atenas?
    Na segunda-feira teremos de acordar para a dura realidade. E é isso que o brasileiro mais detesta na vida...
    Rodrigo Constantino, economista e jornalista, é presidente do Conselho do Instituto Liberal

terça-feira, 2 de agosto de 2016

10 COISAS QUE TEM NO BRASIL E NÃO TEM EM NENHUM LUGAR NO MUNDO



Todas as atenções do mundo estarão voltadas à cidade do Rio de Janeiro, palco da 31ª edição dos Jogos Olímpicos, nos próximos dias. Sejam notícias positivas ou negativas, o Brasil é destaque nas páginas dos principais sites, jornais, revistas e televisões do mundo.
Uma delas é o artigo do jornalista Joe Robinson para a rede americana CNN, que listou os 10 coisas que o Brasil faz melhor que qualquer outro lugar do mundo.
1 – PLAY (Brincar)
Para o jornalista isso é uma parte essencial da personalidade brasileira: a vontade de rir de si mesmo, seus impasses e absurdos políticos e acolher o outro com descontração. Lembra que o brasileiro elege tipos exóticos como palhaços para o congresso. Mas não fala que a situação tragicômica na política deixa o país numa atmosfera de revolta e insegurança.
2 – MUSIC THAT MOVES (A música AGITA)
O Brasil é um universo da música em si mesmo, sem igual na diversidade de estilos musicais, instrumentos e ritmos.Certo.Lembra que o Samba e Bossa-Nova são estilos tipicamente brasileiros, e ainda bem que não tomou conhecimento do fatídico Funk da periferia.
3 – LUNCHES (Comida)
O Jornalista se espanta com a agregação de vários pratos no menu brasileiro, um resquício das terras do Mediterrâneo que abasteciam o Brasil com colonos de Portugal, Itália e Espanha, o almoço é jantar. E um grande jantar. As porções brasileiras podem ser gigantescas, muitas vezes maior do que o prato padrão americano. Os brasileiros são especializados em servir tiras finas de carne bovina e outras delícias carnívoras, servido com arroz, feijão e banana fritas regadas com uma cerveja ou guaraná. Algo que você não encontra em nenhum lugar no mundo.
4 – PARTYING (Comemorando)
Os brasileiros poderiam canalizar a criatividade e a indústria do Carnaval em empreendimentos econômicos, o que tornaria o país imbatível.Ooops!
As duas festas mais importantes para os brasileiros são o Carnaval, o que torna o de New Orleans menor, e celebração Réveillon. Mas as festividades não param. O país tem uma profusão de festas regionais, que servem para manter a cultura, e a abundância de feriados religiosos durante todo o ano.
5 - PLASTIC SURGERY (Cirurgia plástica)
Em um país com muitas praias, não é surpreendente que ter um corpo bonito é uma preocupação aqui --e uma ocupação, também. O Brasil ultrapassou os Estados Unidos em 2014 em cirurgias estéticas, de acordo com a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética.
6 - EXOTIC FRUIT (Fruta exótica)
O Brasil tem maior coleção do mundo de frutas exóticas, muitos dos quais os gringos nunca ouviram falar. Como cupuaçu,carambola caju, jabuticaba, entre outras. Os brasileiros são especialistas em bebidas de frutas saborosas. Em cada esquina do Rio tem uma casa que vende sucos. Isso por que o jornalista não conhece frutas como o cajá ou graviola.O resto do mundo no have.
7 - KISSES (Beijos)
Pode ser estranho, mas os brasileiros gostam de cumprimentar as pessoas com beijo, mesmo sendo um estranho.
Um beijo no rosto é habitual para um homem quando apresentado para uma mulher, como ao se despedir. Ainda bem que não adotamos o costume russo de beijar na boca.
8 - BAKED GOODS (Padarias)
As padarias são uma espécie de templo para os brasileiros. Elas oferecerem uma variedade de bolos –alguns úmidos que derretem na boca-- além de tortas, pães de queijo, biscoitos, brownies, tortas coberto de frutas, flans, mousses e os cafezinhos. Essa também é uma especialidade rara de portugueses e brasileiros. Americanos tem que se contentar com o McDonald.
9 - RAIN FORESTS (Florestas tropicais)
Árvores? Eles têm aos montes. A Amazônia tem cerca de 390 bilhões de árvores, o que representa metade do total das florestas tropicais remanescentes do mundo e 16.000 espécies diferentes de árvores.
Mais da metade da bacia amazônica --1,4 mil milhões de acres-- estão no Brasil, incluindo os milhares de quilômetros do rio Amazonas, o maior rio do mundo em volume, 6,9 milhões de metros cúbicos. Pena que o Brasil não liga para o valor estratégico da riqueza natural.,
10 - GRILLED MEAT (Churrasco)
O Brasil é uma profusão dos sentidos, onde tudo é provado com o cheiro. Isso vale para um dos menus favoritos do brasileiro, o churrasco. Há poucas coisas mais saborosas para um brasileiro do que um pedaço de carne e, em particular, a picanha. Num tradicional , não pode faltar linguiças, cortes de frangos e carne bovina e suína Morra de inveja gringolada.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

                         
  MÚSICAS QUE HOJE  ARREPIARIAM OS CABELOS DOS POLITICAMENTE CORRETOS

Os Rolling Stones é de longe a banda que mais tem músicas falando sobre mulheres e seus relacionamentos, e a que mais provocou polêmicas com as feministas através dos tempos. Nestes tempos em que foi implantado o politicamente correto para todas as coisas que o ser humano pode sentir, algumas músicas que fizeram sucesso no passado, hoje seriam queimadas em fogueiras, como foi o album "Some Girls" nos anos 70.



 O melhor disco dos Stones traz na letra da canção-título, um devaneio prolongado sobre mulheres de várias nacionalidades e raças, e provocou a ira de grupos feministas com versos como "garotas negras só querem ser fodidas a noite toda", provocou fortes protestos de vários grupos, incluindo o movimento PUSH da feminista Jesse Jackson. Jagger respondeu que "Eu sempre disse, você não pode levar uma piada muito a sério, senão fica tudo sem graça".


 Mas em "Brown Sugar" tem versos mais contundentes sobre mulheres escravas que chegam nos navios negreiros para oa plantações de algodão:
"Ouça-o chicoteando as mulheres depois de meia-noite.
 Docinho marrom, como é que você tem um gosto tão bom?
docinho marrom, como uma garota negra deve ser."
Ainda sobre Stones , no disco "Black and Blue" aparece na contra-capa  uma mulher em estado sado-masoquista. (Figura acima)





The Doors embarcou no tema da prostituição infantil na música "Alabama Song" ; embora originalmente tenha sido escrita na década de 20, o rei lagarto Jim Morrison, tentou aliviar um pouco a letra mudando a referência para uma "menina" em vez do "menino bonito" original.  "Mostre-me o caminho para a próxima garotinha. Oh, não pergunte por quê. " 








O devasso Serge Gainsbourg, já mais que censurado devido à "Je T'aime .. Moi non Plus", torce a chave do desconforto até entortar no dueto com a filha de doze anos. "Lemon Incest" tem uma letra que mistura amor familiar com outros sentimentos: "O amor que nunca vamos fazer em conjunto é o mais raro,o mais preocupante,o mais puro, o mais inebriante". 





A Ode de Neil Diamond a uma mocinha, "Girl, You'll Be a Woman Soon"ressuscitada pelo Urge Overkill na trilha do filme "Tempos de violência" tem uma frase que arrepia todos os pelos das feministas:  "Garota, você será uma mulher em breve. Em breve, você vai precisar de um homem. Mais machista,impossivel? 

Há pouco tempo atrás o homem poderia matar uma mulher e alegar defesa da honra em caso de traição. Até os comportados garotos de Liverpool, partiram para a violência contra a mulher na faixa que encerra o disco "Rubber Soul" a música "Run for Your Life". Veja parte da letra:
"Eu preferia te ver morta, garotinha. Do que com outro homem.
É melhor manter a consciência, ou vou perder a minha."
prossegue com mais ameaças:"É melhor você correr pela sua vida se puder garotinha, esconda sua cabeça na areia. Se eu te pegar com outro homem, é o fim, garotinha".
Não acaba aí, canta Lennon & McCartney: " Tome isso como um aviso. Quero dizer, tudo que eu disse. Baby, estou determinado, e prefiro te ver morta". Na Na Na..

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Há várias músicas dedicadas a meninas, como a "Treze anos " da banda Big Star, ou "Mellow Yellow" do antigo cantor Donovan, que até mudou a letra "Estou louco por quatorze anos, quatorze está louca por mim", mas o Aerosmith conseguiu ser mais obsceno falando de mulheres que todos eles e os Stones. Em 'Walk this way" misturam Cheerleaders colegiais, voyeurs, mães e filhas.





A AMEAÇA GRAMSCIANA


O Povo brasileiro, podemos afirmar com certeza, extraindo aquela parcela que pensa enviesado e se confunde como intelectual, nunca ouviu falar de Gramsci. Mas deveria. O comunista Italiano,dublê de  ativista político e filósofo Antonio Gramsci, aproveitou os anos que passou na cadeia para escrever seu modo particular de pensamento sobre como instaurar um regime comunista  em países com uma democracia e uma economia relativamente consolidadas e estávei. Para ele, não se precisava usar a força, como aconteceu na Rússia, mas sim, ao contrário, infiltrar lenta e gradualmente a idéia revolucionária (sem declarações e sem pistas do que estava sendo feito), sempre atrás de um cartaz de viés pacífico, legal, constitucional, confundindo consciências e massificando a sociedade com uma propaganda subliminar, não perceptível aos desinformados e iletrados  que, são afinal a grande maioria da população. O objetivo da ideologia que já se mostrou falida, por vários motivos já escritos aqui mesmo neste blog, seria alcançado através da utilização de dois expedientes especialmente pensados pelo preso, e pelo estado de coisas na época, até verossimeis para quem pensa o ser humano como um ser hegemônico: a hegemonia e a ocupação de espaços. Não vou perder tempo descrevendo o que vem a ser estes termos, mas o que é preocupante para ser lembrado nestes tempos em que eles parecem estar instalados na sociedade brasileira após todos estes anos dominada por um a ideologia de esquerda sem que , até agora, fosse contestada e finalmente confrontada.
As teorias do pensador comunista foram implantadas na sociedade brasileira mas não chegaram à termo, por que elas são totalmente contrárias à natureza humana, mas sem dúvidas o estrago foi bem grande e ainda vão perdurar por longo tempo , se não forem combatidas com a devida competência.
No meio do caos politico, ético e social em que se encontra o país, podemos vislumbrar que a tal hegemonia pensada por Gramsci foi usada pelos seus seguidores, agora não para implantar um regime socialista mas para manter um projeto pérpetuo de poder dentro das democracias, e travestido de democracia. Foi inserida sorrateiramente  a formação de uma mentalidade uniforme acerca de assuntos públicos fazendo com que a maioria, desinformada , acredite no que o  grande intelectual ( o partido) divulga, que é disseminado pelos intelectuais gestores, que formam opinião, sendo estes intelectualóides de todo o tipo, como artistas, professores e palestrantes. Jornalistas, editorialistas e esbirros de toda espécie. O Jovem, despreparado e indefeso, nas escolas e universidades, é o prato principal. 
O pensamento uniforme, fácil de aplicar em sociedades com a educação em baixa e por longo prazo, imobiliza o senso crítico dos individuos e impede que analisem as situações de maneira clara e isenta mesmo que estejam vendo o país indo pro buraco.  
Os exemplos podem ser vistos claramente por quem quiser se importar. Doutrinação sobre o desarmamento, aborto, movimento gay. o Uso de minorias como massa de protesto contra a maioria, as políticas sociais, a ascensão do racismo, o diálogo com grupos terroristas (FARC, MST, MLST, ) todos eles visando destruir, valores considerados conservadores e que a sociedade quer de volta em sua ampla maioria. Só não externou de forma total, ainda.

(Estes valores representam um conjunto de virtudes diametralmente opostas aos conceitos que o partido deseja inserir no corpo social e que servirão de embasamento para as transformações que pretende implantar.)
O Programa  comunista pode ser notado  na forma de atacar e tentar mudar a forte herança cristã. Tentar desestabilzar conceitos morais e a familia tal como ela foi concebida.
A mudança na cultura se infiltrando na música, arte e literatura, inserindo pornografia em areas ainda não permitidas.
A dominação do pensamento esquerdista nas universidades, de onde se pode controlar todo o pensamento filósofico, através de doutrinação, e o direcionamento da literatura.
A sociedade Brasileira passou sem sentir, a ser uma marionete repetindo, impensadamente, as opiniões que já vêm prontas do forno ideológico comunista. A repetição ininterrupta de que estamos numa democracia (que, na verdade, nada mais é do que a ditadura do partido), faz a sociedade aceitar qualquer medida que nos leve ao abismo, seja ela a demolição de instituições, ou a abolição da propriedade privada, até o fim da democracia tal qual  sempre a entendemos. Esta forma de "fingir" um estado democrático fez com que as gerações pós regime militar  acreditassem piamente que a contra revolução de 1964, não passou de um ato impensado dos Militares que, à falta do que fazer, decidiram implantar uma ditadura.
Só recentemente algumas vozes começaram a questionar o discurso de que os comunistas lutavam contra a ditadura. Durante décadas silenciando sobre a ditadura que esses mesmos comunistas estavam praticamente conseguindo implantar naquela época, ficou impossível ao brasileiro médio compreender que a intervenção das Forças Armadas veio justamente impedir que aquela desgraça se concretizasse. E, se elas não intervém também agora, é porque o povo, já completamente alienado e cercado de uma mídia basicamente formada pela esquerda, não tem nem forças para ir às ruas exigir tal providência.
A cada dia são criadas mais delegacias especializadas, mais conselhos, mais isso e mais aquilo para controlar e fiscalizar as ações de cidadãos, antes livres. É exatamente ela, a hegemonia gramsciana, utilizada pelo PT que inculcou em todos os cidadãos a crença de que os sem-terra foram massacrados pela Polícia Militar em Eldorado do Carajás,  quando na verdade a fita de vídeo original, mostrava claramente que eles agiram em legítima defesa diante de um número muito maior de sem-terras que, armados com foices, enxadas e até mesmo revólveres , avançou para cima dos policiais. É exatamente isso que fez espalhar a crença de que os fazendeiros são todos uns malvados e escravizadores de pobres trabalhadores indefesos, servindo, assim, de embasamento para que, em breve, o direito à propriedade seja eliminada da Constituição, se nela for encontrado algum tipo de trabalho escravo, sem especificar em lei o que é trabalho escravo.
Muito recentemente os brasileiros começaram a imaginar que o Brasil é um país racista, a despeito de contar com o maior número de mulatos do planeta e de jamais ter sido registrado um único caso de desavença entre negros e brancos por causa da raça, como acontece nos Estados Unidos e na África do Sul. Não importando que os assassinatos, dos quais somos campeões, ocorrem independente de raça, cor, credo e religião.
É exatamente essa superação do senso comum, que fez com que a maioria acredite que as armas de fogo matam mais do que os acidentes de trânsito ou a desnutrição crônica infantil, e não notem que temos um alto indice de assassinatos embora desarmados. Embora cresça o número de bandidos armados, sem que medida alguma seja tomada para eliminá-los e sem que nenhuma propaganda incisiva seja feita para alardear o desequilibrio.
É exatamente isso que fez com que todos pensassem, inclusive os militares, que o Comunismo acabou, com a queda do Muro de Berlim e a desintegração da União Soviética, quando na verdade ele está hoje mais vivo do que nunca, principalmente em nosso continente, é só querer ver.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

DIA DO ROCK? MULHERES

                                                        
                                                        WOMEN GET HARD
                                                (Em ordem alfabética)


ARETHA FRANKLIN - I Never loved a man The Way I love You   1967


A  maior cantora de rock, pop ou Soul marca os passos para o microfone e limpa a garganta. Franklin foi chocante em 1967, e ainda é: Ninguém jamais tem cantado com mais intensidade, mais arrogância, mais alma."Respect",  não pára de chutar o traseiro dos homens (maus).





ALANIS MORISSETTE   Jagged Little Pill 1995   



A pequena canadense irregular com a voz um pouco irregular consegue provocar sensualidade e raiva ao mesmo tempo. Seu disco é como lhe dar um abraço. Ela não está com raiva de você. Depois ela lhe manda ao inferno.





ADELE  21     2011
A beleza  britânica tinha uma fonte eterna de inspiração - As  relações de lixo." Mas ela virou a voz  ferozmente ferida, o coração e alma-em-fogo para o imenso sucesso pop do nosso tempo, fazendo com as relações de lixo o que o Suspense fez com os  zumbis.






AMY WINEHOUSE Back To Black 2006

Amy foi uma mulher que revolucionou a música moderna com basicamente dois albuns. Ficou na história por força do seu poderoso e profundo contralto e pela mistuta eclética de gêneros de todas as tribos.
Amy simplesmente cantava. do Jazz ao Soul, do R&B ao Ska.





BLONDIE - Paralell Lines 1978

Deborah Harry e seu grupo pode ter começado como punks no CBGB, mas sua voz  claramente sempre esperou o grande momento. Ela levanta e envaidece, com um coração de vidro e um coração de pedra.
Ela canta, ela rosna, "Eu não posso me controlar."





FLETWOOD MAC - Rumours  1977

Rumours, um dos albuns mais adorados em todos os tempos, é resultado e obra das duas mulheres da banda. Stevie Nicks e Cristine McVie enterraram com colher de prata seus tormentos e de quebra os anos 70. o resto era coadjuvante. 





HEART  Portrait, 1977


As Duas irmãs - Ann e Nancy Wilson - resolveram pegar pesado e assumir o hard rock, conduzido por tubos supremos de Ann e o machado finesse-picking de Nancy. Os meninos gostaram e os discos voaram fora das prateleiras.
Yes,Barracuda. 





JANIS JOPLIN  Pearl  1971

Os blues marcando a última posição da mama, lançado postumamente. Joplin ajudou a inventar o country rock moderno, com a garganta conectada com a guitarra. Com a mente conectada com o divino.






JOAN JETT  Bad Reputation  1981

A Bad girl  passou a vida toda dedicada à busca do três acordes de couro preto perfeitos, e encontrou o disco de rock & roll perfeito. I love Rock 'n Roll.






   LAURYN HILL The Miseducation 1998

O ex-Fugee coloca seu coração, mente e alma para lhe dizer tudo o que sabe sobre o amor e a vida, e une hip-hop, R & B e reggae sob um único groove.
O Hit "Doo Wop (That Thing)", mostra que seu calor e força não são uma combinação mas uma qualidade.








LINDA RONSTADT  Heart like Wheeel 1974 


A Hippie country  docinho de maçã  torna-se a estrela da florescente cena soft-rock de LA, com belíssimas homenagens a Buddy Holly, Hank Williams, The Everly Brothers e as irmãs McGarrigle. Com amor e com medo.




MADONNA Like a Prayer 1989


Parecia uma menina Católica tranquila e agradável, pelo menos para os primeiros 30 segundos. Então ela começa a ficar fora de mão. melhor álbum de Madonna tem a sua mais brilhante pop junto com suas confissões mais catárticas.
Madonna canta, dança e revoluciona. A música Pop nunca mais seria a mesma.







PATTY SMITH  Horses  1975


Rock & roll poesia era uma chatice até esta menina de Jersey mostrar o que tinha por baixo. De repente, tudo era sexo e suor e canivetes e Jesus em couro e cavalos preto e coisas novas doces e amargas. E ela tinha um baterista realmente doente.


Uma "Glória".






PRETENDERS The Pretenders 1980


A Bad-news Girl Chrissie Hynde foge de Ohio, cai no punk em Londres, torna-se uma estrela do rock e diz à Rolling Stone: "Para cada ato de sodomia que eu fui forçada a realizar, estou sendo paga £ 10.000 agora."
O disco é um doloroso e belo turbilhão de ira, luxúria, vingança e... guitarras.








YEAH YEAH YEAHS Compilation 2009


 Yeah Yeah Yeahs é uma banda norte-americana de indie rock formada em Nova Iorque em 2000 e sua alma é a vocalista Karen OSua música é uma mistura de elementos alternativos, retrô com guitarras ao estilo punk rock


quarta-feira, 22 de junho de 2016

A IMPRENSA BRASILEIRA


A Imprensa Brasileira se acostumou à rotina de enganar o povo. Ela escolhe seus corruptos preferidos de acordo com seus interesses. Ela não é imparcial. Com uma formação ditada pela inteligencia esquerdista que dominou as universidades e centros culturais depois do regime militar, ela não se limita a informar, ela impõe sobre o povo a doutrinação traçada pelos partidos vermelhos durante as últimas décadas. A Imprensa nunca se  preocupou com os políticos que puxaram o Brasil para trás. Ela agora massacra Eduardo Cunha como o maior corrupto do Brasil, sem falar uma palavra contra Renan. Nunca questionou os milhões surrupiados pela familia Sarney através dos tempos, e chama o desvio gigante de dinheiro público manobrado pelo PT de deslize. Para a imprensa políticos sonsos ou pseudo-educados em frente das câmeras são passiveis de desculpas. Bolsonaro, não. O deputado da direita não pode nem ser ouvido. O que fala é opressivo. Não há mais espaço no Brasil para quem defende responsabilidades, para quem fala grosso. Não basta ler e entender uma frase dita por alguém de direita. Tem que haver um manual explicativo. É a velha mania de interpretar do modo que lhe convém. É preciso tirar Bolsonaro da corrida presidencial. Não importa se Marina, Aécio, ou mesmo Lula, embolsaram o dinheiro da propina da Petrobrás. Eles manterão o Status Quo, como a Imprensa quer. Bolsonaro não. Bolsonaro é um perigo nacional. Para as mentes esquerdistas.