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segunda-feira, 4 de maio de 2015
DIGNIDADE
A Constituição Brasileira determina que a prisão de uma pessoa só pode ocorrer em duas situações: depois da decisão definitiva que impõe uma pena de prisão ou se o investigado em liberdade representa um perigo para a sociedade ou para o processo (como quando o acusado demonstra que ira destruir provas, ameaçar testemunhas, fugir da eventual aplicação da pena).
Da mesma forma, o código de processo penal afirma que a prisão anterior à condenação só pode ser decretada diante das situações mais graves. Se possível, deve-se aplicar primeiro medidas cautelares alternativas, como a proibição de frequentar determinados lugares, ou de se aproximar de determinadas pessoas, o uso de tornozeleiras eletrônicas que permitam o monitoramento do acusado, ou ainda a prisão domiciliar.
A decisão do STF de anular a prisão de acusados na operação lava-jato e substituí-la por prisão domiciliar, só não é estranha porque a maioria dos seus juizes, tipos como Teori Zavaski, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, não tem mais como esconder seus laços afetivos com o governo do PT, maior interessado em deturpar as investigações no Paraná. São cordeiros obedientes que não tem o mínimo temor em interpretar as leis de acordo com o interesse dos poderosos, e pela segunda vez os referidos ministros descumprem a súmula 691, na operação lava-jato, que os impede de apreciar Habeas Corpus quando pedidos de liminares só foram negados monocraticamente em outros tribunais. É bom lembrar que milhares de presos pelo Brasil afora, nunca tiveram a chance de serem beneficiados tão rapidamente pela Justiça , porque é quase impossivel seus casos serem levados ao Supremo Tribunal Federal.
No complexo emaranhado das leis brasileiras cada um julga como quer e quem não gostar entra na fila. O que ficou para a sociedade, em sua parte que tem bom senso, é que os caras que encheram os bolsos, malas, cofres, com o dinheiro que sumiu da Petrobrás, tem direito a usufruir do que roubou tranquilamente, e com o beneplácito da lei.
Como justificativa para o seu voto a favor da libertação dos empreiteiros, o Ministro Teori Zavaski achou a possibilidade de que as prisões estivessem sendo utilizadas para obter confissões e colaborações. Nos sites petistas, como um chamado "Tijolaço", as doidivanas nos comentários referem-se ao juiz Sergio Moro, como um representante da Inquisição.
Ora, em 2013 foi editada uma lei que criou novos benefícios para acusados que decidam colaborar com as investigações (lei 12.850/2013) e é com base nessa lei que a operação lava-jato esta sendo conduzida. Não há duvidas que a colaboração dos acusados pode aumentar a eficiência das investigações penais. Mas para afagar os poderosos há uma ressalva: A prisão cria um ambiente de intimidação e pressão psicológica que gera uma compulsão para colaborar. Oba. A prisão, embora não seja uma intimidação física, mas psicológica, é igualmente destrutiva da dignidade humana.
Eu vou falar da dignidade que aprendi com minha avó. Acho que os politicos que estão por aí, no congresso e no poder, não percebem que o povo está de saco cheio dessas manobras jurídicas, e não está interessado em reforma politica feita por corruptos. O que vejo é um povo querendo mudar tudo, desde o código penal até a extinção de noventa por cento destes partidos que não servem prá nada, incluindo aí a extinção pura e simples do foro privilegiado para politicos, sem dignidade, corruptos e ladrões que roubam acima de um milhão.
domingo, 3 de maio de 2015
UMA HISTÓRIA DA RIMA
Leandro Gomes de Barros, paraibano nascido em 19/11/1865, nascido no Município de Pombal, é considerado o rei dos poetas populares do seu tempo. Foi educado pela família do Padre Vicente Xavier de Farias, (1823-1907), proprietários da fazenda onde nasceu, e dos quais era sobrinho por parte de mãe. Em companhia da família "adotiva" mudou-se para a Vila do Teixeira, que se tornaria o berço da Literatura Popular nordestina, onde permaneceu até os 15 anos de idade tendo conhecido vários cantadores e poetas ilustres.
Crítico e satírico da sua própria época correu os sertões vendendo sua obra que parece englobar todas as facetas humanas atuais. Nos versos dos seus cordéis alcançou do modo mais elementar lugares despercebidos até pelos grandes pensadores mais conhecidos neste mundo de meu Deus. Por falar em Deus, Leandro Gomes de Barros diz em um dos seus inúmeros romances de cordel (?) o que perguntaria ao criador caso pudesse encontra-lo.
Por que Existem o Mal e o Sofrimento
Humano?
Se eu conversasse com Deus
Iria lhe perguntar:
Por que é que sofremos tanto
Quando se chega pra cá?
Perguntaria também
Como é que ele é feito
Que não dorme, que não come
E assim vive satisfeito.
Por que é que ele não fez
A gente do mesmo jeito?
Por que existem uns felizes
E outros que sofrem tanto?
Nascemos do mesmo jeito,
Vivemos no mesmo canto.
Quem foi temperar o choro
E acabou salgando o pranto?
Iria lhe perguntar:
Por que é que sofremos tanto
Quando se chega pra cá?
Perguntaria também
Como é que ele é feito
Que não dorme, que não come
E assim vive satisfeito.
Por que é que ele não fez
A gente do mesmo jeito?
Por que existem uns felizes
E outros que sofrem tanto?
Nascemos do mesmo jeito,
Vivemos no mesmo canto.
Quem foi temperar o choro
E acabou salgando o pranto?
Leandro Gomes de Barros
sábado, 2 de maio de 2015
OS HOMENS DE PRETO
Assessor político da aparelhada Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a CNBB, o ex-candidato petista a deputado federal Daniel Seidel representa a Igreja Católica em encontros, palestras e convenções que tem como objetivo fazer propaganda de Dilma Rousseff e do projeto do PT de reforma política. Não precisa dizer que neste meio, os grupos de apoio do PT tradicionais como o MST, E os que foram aparelhados por último como a OAB, se misturam em debates para tentar encontrar meios de salvar o socialismo que defendem e que estão vendo escorrer para o ralo.
A estranha e rápida adesão da CNBB à proposta de reforma politica do governo petista acabou por trazer à tona o decreto do Papa que excomunga automaticamente o católico que se associar ou defender o socialismo, o que levou alguns católicos mais esclarecidos à começarem uma verdadeira luta pela excomungação dos membros da CNBB.
Agora foi a vez de estudantes da PUC de Goiás reagirem à pregação de Seidel e de representantes de CUT, CTB e MST no seminário embusteiro A Reforma política que o Brasil precisa, realizado na universidade católica em 24 de abril.
Marco Rossi Medeiros, e outro solitário companheiro, no meio do caldeirão fervente, desmascarou moral, intelectual, política e religiosamente os palestrantes, do jeito que a gente gostaria de fazer.
O vídeo é sensacional. Está no YOUTUBE.
A CNBB há muito misturou religião católica com socialismo, e a infiltração de doutrinados deve ser total. Na campanha de 2015 com o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade”, os dirigentes ou bispos fizeram o lançamento com direito à presença do presidente da OAB. Ambas as entidades se mostram cada vez mais ideologizadas, agindo em prol de uma agenda política. O mesmo ocorre na Pastoral da Juventude, organização de jovens ligada à CNBB. O uso político dessas entidades já foi tema de discussões em jornais e revistas.
Não parece tão estranho a entidade não comentar ou criticar um governo envolvido em escândalos e roubalheiras, mas é preocupante a adesão a uma agenda proposta exatamente por este governo, com planos ditatoriais já descobertos, como associado ao Foro de S. Paulo.
Mas a CNBB que tem um longo histórico de parceria com partidos de esquerda, continua cega e precisa mesmo de uma ex-comunhão. Um afastamento político para voltar a focar em mensagens religiosas seria um ótimo passo para evitá-la. A Teologia da Libertação, ligada ao PT, é uma ´prova disso, um marxismo disfarçado de religião católica. É a contaminação no mais alto grau pelo petismo. Essa simbiose nefasta entre catolicismo distorcido e PT precisa acabar, assim como a simbiose com outras instituições, que devem ser autônomas.
A estranha e rápida adesão da CNBB à proposta de reforma politica do governo petista acabou por trazer à tona o decreto do Papa que excomunga automaticamente o católico que se associar ou defender o socialismo, o que levou alguns católicos mais esclarecidos à começarem uma verdadeira luta pela excomungação dos membros da CNBB.
Agora foi a vez de estudantes da PUC de Goiás reagirem à pregação de Seidel e de representantes de CUT, CTB e MST no seminário embusteiro A Reforma política que o Brasil precisa, realizado na universidade católica em 24 de abril.
Marco Rossi Medeiros, e outro solitário companheiro, no meio do caldeirão fervente, desmascarou moral, intelectual, política e religiosamente os palestrantes, do jeito que a gente gostaria de fazer.
O vídeo é sensacional. Está no YOUTUBE.
A CNBB há muito misturou religião católica com socialismo, e a infiltração de doutrinados deve ser total. Na campanha de 2015 com o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade”, os dirigentes ou bispos fizeram o lançamento com direito à presença do presidente da OAB. Ambas as entidades se mostram cada vez mais ideologizadas, agindo em prol de uma agenda política. O mesmo ocorre na Pastoral da Juventude, organização de jovens ligada à CNBB. O uso político dessas entidades já foi tema de discussões em jornais e revistas.
Não parece tão estranho a entidade não comentar ou criticar um governo envolvido em escândalos e roubalheiras, mas é preocupante a adesão a uma agenda proposta exatamente por este governo, com planos ditatoriais já descobertos, como associado ao Foro de S. Paulo.
Mas a CNBB que tem um longo histórico de parceria com partidos de esquerda, continua cega e precisa mesmo de uma ex-comunhão. Um afastamento político para voltar a focar em mensagens religiosas seria um ótimo passo para evitá-la. A Teologia da Libertação, ligada ao PT, é uma ´prova disso, um marxismo disfarçado de religião católica. É a contaminação no mais alto grau pelo petismo. Essa simbiose nefasta entre catolicismo distorcido e PT precisa acabar, assim como a simbiose com outras instituições, que devem ser autônomas.
A Fraternidade da campanha, não tem ideologia, não há sentido em defender uma politica que anula justamente o precioso livre-arbírio cristão. Logo, defender a agenda autoritária da esquerda, que prega a tomada de bens de quem trabalha em nome da “justiça social” não tem nada de católico ou cristão. É uma bandeira socialista autoritária, que não combina com a mensagem de Jesus Cristo.
O socialismo é uma tentativa facista de se apropriar do conceito de solidariedade, presente nas diferentes religiões. Uma tentativa de monopolizar e conquistar o seguidor para conseguir uma base de implantação como disse Lula num vídeo em que explica a estratégia de uso da Igreja para a tomada do poder:
Como disse Alexandre Borges da Crítica politica.Org, não se enganem, a CNBB é um antro do socialismo dentro da Igreja, e mesmo que a Imprensa em sua maioria trate a palavra dos seus militantes como se fosse a voz de Jesus Cristo, na verdade eles pregam a voz de Marx, Gramsci e do Capiroto.
ROBERTO CARLOS - Ar de Moço Bom
Roberto não é mais o moço bom como no tempo desta música. As cenas do filme Edward Mãos de tesoura caiam bem com a música, mas pela segunda vez foi bloqueada.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
A IDEOLOGIA INVERSA PARTE 2
Tarde demais diria eu, para algumas gerações, finalmente começaram a acender algumas luzes vermelhas em setores ligados à educação no país, como li num artigo em que notaram o aumento na populaçao de alunos, talvez quem sabe , devido ao aumento da população de brasileiros. Curiosamente, a população de estudantes parece diminuir. Paradoxo? Parece, mas talvez não seja.
No texto de Thomaz Wood Jr. (Carta na escola- Carta capital) Aluno é aquele que atende regularmente a um curso, de qualquer nível, duração ou especialidade, com a finalidade de adquirir conhecimento ou ter direito a um título. Já o estudante é um ser autônomo, que busca uma nova competência e pretende exercê-la. O aluno recebe. O estudante busca. Quando o sistema funciona, todos os alunos tendem a se tornar estudantes. Quando o sistema falha, eles se separam. É o que parece ocorrer no Brasil: enquanto o número de alunos matriculados aumenta nos ensinos fundamental, médio e superior cresce, se torna mais claro o desaparecimento de estudantes.
A Doutrina implantada pelo governo nos últimos tempos, tanto nas familias como nas escolas, tornou a legião da alunos uma massa de espectadores passivos de um processo no qual deveriam atuar como protagonistas.
Alunos entram e saem da sala de aula em bandos malemolentes, sentam-se nas carteiras escolares como no sofá de suas casas, diante da tevê, a aguardar que o show tenha início. Após 20 minutos, vêm o tédio e o sono. Incapazes de se concentrar, eles espreguiçam e bocejam. Então, recorrem ao iPhone, à internet e às mídias sociais. Mergulhados nos fragmentos comunicativos do penico digital, lambuzam-se de interrogações, exclamações e interjeições. Ali o mundo gira e o tempo voa. Saem de cena deduções matemáticas, descobertas científicas, fatos históricos e o que mais o plantonista da lousa estiver recitando. Ocupam seu lugar o resultado do futebol, o programa de quinta-feira e a praia do fim de semana.
É também minha opinião que as razões para o aumento do número de alunos são conhecidas: a expansão dos ensinos fundamental, médio e superior, ocorrida aos trancos e barrancos, nas últimas décadas. A qualidade caminhando trôpega, na sombra da quantidade. Já o processo de extinção dos estudantes apontam para o que foi urdido e programado pelos educadores de esquerda. A retirada da responsabilidade dos pais pela educação básica e a autoridade dos professores na escola, tudo posto na cartilha de fazer malandros, a ECA. Resultando no fruto mais amargo de uma sociedade doente cercada de corrupção, que festeja o consumismo e o prazer raso e imediato, que despreza o conhecimento e celebra a ignorância, e que prefere a imagem à substância.
Especialistas de índole crítica advogam que os estudantes estão em extinção porque a própria escola tornou-se anacrônica, tentando ainda domesticar um público do século XXI com métodos e conteúdos do século XIX. Aqui e acolá, disfarçam o conservadorismo com aulas-shows, tablets e pedagogia pop. Tentam mudar, mas tudo continua imutável.
O que os observadores não notaram é que a ideologia plantada sub-repticiamente ao longo dos anos pela tribo esquerdista, tratou de acabar com alguns valores sem os quais nenhuma sociedade sobrevive. Causa da dificuldade que os jovens de hoje enfrentam para amadurecer e desenvolver-se intelectualmente. A permissividade, ou falta de autoridade, criou uma geração mimada, infantilizada e egocêntrica, incapaz de sair da pensar por sí mesma e olhar além do umbigo. São crianças eternas, a tomarem o mundo ao redor como extensão delas próprias, que não conseguem perceber o outro, mergulhar em outros sistemas de pensamento e articular novas ideias. Repetem clichês. Tomam como argumentos o que copiam e colam Wikipédia e do que mais encontram nas consultas ao Google. E criticam seus mestres, incapazes de diverti-los e de fazê-los se sentir bem, como tentam seus pobres pais. Para os novos alunos, futuro da nação brasileira, aprender cansa. Pensar dói.
A IDEOLOGIA INVERSA
Eu lendo uma revista semanal. Não sei se o mundo habitado pelos jornalistas novos e antigos é um mundo virtual ou se existe um mundo paralelo, mas pela edição desta semana em que tive um certo tempo para folhear rapidamente, não houve um artigo em que eu tivesse a mesma visão dos que fazem a nossa nobre imprensa.
Devo salientar que a imprensa tem papel fundamental no esclarecimento de fatos secretos principalmente em momentos nebulosos como o momento politico atual, mas esta é sua função.
O que discordo é na interpretação "boazinha" destes fatos, não levando em conta a gritaria da quase totalidade da população. Anos e anos de doutrinação ideológica errada dá nisso. Para começar a revista traça um perfil inocente de um dos torcedores do Corinthians mortos na sede do pavilhão nove. O cara fica tres noites seguidas com sua turma chegada a bebida e cocaina no tal pavilhão, enrolando bandeiras, diz a reportagem, com individuos como o que matou uma criança em bogotá com um rojão e é tratado como "mais um louco no bando". Comecei a me irritar. Outra reportagem trata como " A maior vergonha da Europa" a morte de 900 imigrantes afogados ao tentar atravessar o mar Mediterrâneo que fugiam da Líbia tentando alcançar a ilha de Lampedusa,na Itália. Embora a tragédia seja repetida, tem duas coisas que a imprensa nunca comenta: os responsáveis pelas fugas dos paises do oriente médio destroçados por guerras e miséria não são os governos destes paises? E se o povo destes paises morrem durante a fuga porque a Europa é culpabilizada? Outro assunto que a imprensa demoniza é a anulação do estatuto do desarmamento,mas disso eu já falei demais. Não creio que vamos alcançar a paz só com o lado mau da força, armado. É claro que até haver uma adaptação, por aqui vai virar um velho oeste, mas com todo mundo suspeito de estar armado os valentões e bandidos vão pensar um pouco antes de apresentar as suas armas. O importante é equilibrar as forças e é injusto deixar o cidadão sem meios de se defender. Passando para outro tema continuam as discussões sobre a diminuição da maioridade penal, a preocupação ( que deveria ser secundária) é que as instituições que deveriam reeducar os criminosos não funcionam. Qual a surpresa? o governo não funciona! é muita, diria, inocência, incrivel alguem pensar que menores que matam, e concientemente, possam ser reeducados numa instituição penal.Não vai resolver? ninguem sabe, mas pelo menos os novos criminosos não vão ficar tão impunes.
A imprensa atual gosta de usar o manto da liberdade de expressão para atacar temas conservadores defendidos por algumas personalidades que alertam para alguns fatos grotescos que se espalham pelo tecido social perigosamente, como crianças fazendo shows com músicas prá lá de pornográficas e a implantação da ditadura gay. A imprensa prega como natural um casal gay adotar crianças, bem eu não acho natural. Sem perceber ninguém lembra mais da educação básica que é dada pela familia nuclear, tradicional e natural. É conservadora? é, mas é a única. Em todos estes casos narrados acima, os responsáveis, antes da doutrinação inversa, seriam os seus pais.
Devo salientar que a imprensa tem papel fundamental no esclarecimento de fatos secretos principalmente em momentos nebulosos como o momento politico atual, mas esta é sua função.
O que discordo é na interpretação "boazinha" destes fatos, não levando em conta a gritaria da quase totalidade da população. Anos e anos de doutrinação ideológica errada dá nisso. Para começar a revista traça um perfil inocente de um dos torcedores do Corinthians mortos na sede do pavilhão nove. O cara fica tres noites seguidas com sua turma chegada a bebida e cocaina no tal pavilhão, enrolando bandeiras, diz a reportagem, com individuos como o que matou uma criança em bogotá com um rojão e é tratado como "mais um louco no bando". Comecei a me irritar. Outra reportagem trata como " A maior vergonha da Europa" a morte de 900 imigrantes afogados ao tentar atravessar o mar Mediterrâneo que fugiam da Líbia tentando alcançar a ilha de Lampedusa,na Itália. Embora a tragédia seja repetida, tem duas coisas que a imprensa nunca comenta: os responsáveis pelas fugas dos paises do oriente médio destroçados por guerras e miséria não são os governos destes paises? E se o povo destes paises morrem durante a fuga porque a Europa é culpabilizada? Outro assunto que a imprensa demoniza é a anulação do estatuto do desarmamento,mas disso eu já falei demais. Não creio que vamos alcançar a paz só com o lado mau da força, armado. É claro que até haver uma adaptação, por aqui vai virar um velho oeste, mas com todo mundo suspeito de estar armado os valentões e bandidos vão pensar um pouco antes de apresentar as suas armas. O importante é equilibrar as forças e é injusto deixar o cidadão sem meios de se defender. Passando para outro tema continuam as discussões sobre a diminuição da maioridade penal, a preocupação ( que deveria ser secundária) é que as instituições que deveriam reeducar os criminosos não funcionam. Qual a surpresa? o governo não funciona! é muita, diria, inocência, incrivel alguem pensar que menores que matam, e concientemente, possam ser reeducados numa instituição penal.Não vai resolver? ninguem sabe, mas pelo menos os novos criminosos não vão ficar tão impunes.
A imprensa atual gosta de usar o manto da liberdade de expressão para atacar temas conservadores defendidos por algumas personalidades que alertam para alguns fatos grotescos que se espalham pelo tecido social perigosamente, como crianças fazendo shows com músicas prá lá de pornográficas e a implantação da ditadura gay. A imprensa prega como natural um casal gay adotar crianças, bem eu não acho natural. Sem perceber ninguém lembra mais da educação básica que é dada pela familia nuclear, tradicional e natural. É conservadora? é, mas é a única. Em todos estes casos narrados acima, os responsáveis, antes da doutrinação inversa, seriam os seus pais.
VAN HALEN - JUMP (ANTES E AGORA)
Uma aparição no programa da De Generes mostrou que o tempo também passou para os integrantes do Van Halen. Uma das maiores bandas do Rock em todos os tempos o VH sempre se destacou pelas gradiosas apresentações ao vivo e tem no video de "Jump' uma das maiores performances em videoclip, e ainda na década de 80. "Jump" prá mim sempre foi uma inspiração e ao ver David Lee Roth agora quase caindo no palco durante a performance tive várias emoções misturadas, de saudades, frustração e até alegria por ter vivido tempos de glória. No fim a certeza de que a vida é fugaz e não temos conhecimento disso o tempo todo. A disposição do grupo outrora sensação nos palcos só deixa um recado para nós pobres mortais: pule enquanto é tempo e enquanto puder.Van Halen, a emoção vai continuar pra sempre.
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