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domingo, 4 de junho de 2017

ACORDA, PARIS


Procure informações sobre o aquecimento global propagado por alguns cientistas e pela ONU como o desastre da Terra num futuro proximo pela elevação da temperatura causada pela emissão de gás carbônico  na atmosfera. A primeira coisa que se nota é que os defensores da hecatombe terráquea não tem dados, apenas hipóteses. Alguns estudiosos céticos apontam que estas grandes e catastróficas declarações é uma excelente estratégia para os defensores do acordo de parís adotarem, já que embora o resultado (do acordo) seja praticamente nulo, pela falta de dados alarmantes, ele custará uma fortuna, basicamente bancada pelos EUA, distribuida generosamente entre os grupos que teoricamente estão defendendo o planeta.
Há basicamente tres grupos envolvidos ou lidando com esta questão. Os grupos 1 e 2 são cientistas com posições antagônicas , e o 3 é formado por políticos, ambientalistas e mídia.
O grupo 1 é associado ao Painel Internacional de Mudanças Climáticas da ONU, ou IPCC, são os que acreditam que a queima de combustíveis fósseis como o carvão e petróleo liberando Co2 (Dióxido de Carbono) na atmosfera pode, eventual e perigosamente, aquecer a terra.
O Grupo 2, os céticos, argumentam que são vários os fatores que influenciam o clima, como o sol, as nuvens, oceanos e as variações orbitais da terra, e nenhuma evidência de que as emissões de CO2 sejam um fator prepoderante.
Pegando os fatos em que os dois grupos concordam temos:  A de que o clima está sempre mudando; O CO2 é um gás de efeito estufa sem o qual a vida na terra não seria possivel; Nos ultimos dois séculos a temperatura aumentou ligeira e erraticamente cerca de 1º Célsius, mas somente a partir dos anos 60 o homem começou a aumentar a emissão de gases; O cenário de que a queima de combustiveis fósseis pelo homem leva a uma catástrofe não foi afirmada por nenhum dos grupos.
Então por que tantas pessoas preocupadas, xingando o Trump, em verdadeiro pânico com esta questão? Aí entra o Grupo 3.
O alarmismo do aquecimento global fornece aos políticos, ambientalistas e mídia , o que eles mais precisam: para políticos,poder e dinheiro; para os ambientalistas, dinheiro para suas organizações e para a mídia, ideologia,dinheiro e manchetes.
Bjorn Lomborg, presidente do centro de consenso de Copenhagem, tomou o plano de energia limpa do governo Obama e usando o mesmo método de previsão climática da ONU, chegou a conclusão de que mesmo que as emissões de carbono sejam totalmente implementadas, não somente nos 14 anos previstos pelo acordo, mas para o resto do século, o plano reduziria a temperatura em 2100 em apenas  0,013ºC.
Já colocando na conta o acordo de Paris com o resto do mundo, e considerando generosamente que todos cumpram suas metas não só até 2030, o que seria uma surpresa, mas pelo resto do século, as temperaturas cairiam em 2100, 0,017ºC, O ganho irrisório não impressiona mais do que o gasto que o pacto custará: entre 1 a 2 trilhões de dólares por ano.
A redução proposta de forma arbitrária, mas plenamente aceita pelos governos, de alcançar a redução de 2%, só será realmente aplicada após 2030, mas mesmo que sacrificios heróicos sejam feitos por todos, o objetivo não tem garantias de ser alcançado.
Trump ao sair do acordo de paris indicou que o tal acordo é a solução errada para um problema real. Ao invés de tratados políticos e subsidios governamentais globais, cada pais deveria investir em pesquisas sérias em busca de energia limpa.
Mas os capitalistas de ocasião agarraram-se aos subsidios ofertados generosamente pelos governos onde os grupos que fingem gritar pelo planeta nadam em dinheiro, fazendo com que o grupo 3 venha vencendo a discussão e sufocando o debate que deveria estar acontecendo.
Contudo, ouvindo o Professor Richard Lindsen, professor de Ciências Atmosféricas do MIT, "apesar de politicos, ambientalistas e imprensa  poderem desperdiçar um bocado de dinheiro à toa e assustar um bocado de gente, eles não tem a capacidade de esconder a verdade. O clima terá a palavra final."